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M A A N A I M
"ESTE É O ACAMPAMENTO DE DEUS" NESTE ACAMPAMENTO O SENHOR JESUS CRISTO, NOSSO SALVADOR, ORDENA A BÊNÇÃO PARA VOCÊ. ESTA PÁGINA É ATUALIZADA REGULARMENTE AS REFERÊNCIAS UTILIZADAS NESTA PÁGINA SÃO DE BÍBLIAS EVANGÉLICAS ELEIÇÕES 2008 Será verdade que a Bíblia tem orientação para todas as ocasiões? Há algum texto bíblico que nos orienta com relação à escolha dos nossos representantes nas Câmaras Municipais no dia 05 de Outubro de 2008? Em Juízes 9.7-15 encontramos a Parábola das Árvores que trata de uma eleição especial. As árvores procuravam um rei e abordaram a figueira com seus doces figos, a videira com seus cachos de uvas deliciosos, e a oliveira com seu óleo precioso, para que reinasse sobre elas, mas as três recusaram a honra. Não havendo árvore frutífera e boa para reinar sobre as árvores, elas procuraram o espinheiro. Ele prontamente aceitou o convite e comicamente, convidou todas as árvores a refugiarem-se sob sua sombra. Contudo, ele as ameaça de destruição pelo fogo que dele sairia se fosse preterido, fazendo uma apropriação indevida de um poder que não possuía. Poder, que não era do espinheiro, mas oriundo de uma série de fatores que levavam os espinheiros, no verão palestino a pegarem fogo, serem consumidos velozmente ameaçando árvores mais nobres como o cedro do Líbano. Jesus nos diz que de espinheiros é impossível se colher uvas e de pés de urtiga não se pode obter figos; que árvore boa produz bom fruto e a má, mau fruto; e que pelos frutos conheceremos os homens. (Mateus 7.16-20) Você já tem candidato (a) para as eleições municipais? Quais os critérios você usou para escolhê-lo? Caro irmão eu e você podemos escolher bem o nosso prefeito e o nosso vereador se atentarmos para o que Jesus de Nazaré nos ensina. Analise bem seu candidato antes de votar. Verifique se ele é espinheiro ou uma árvore frutífera. Se você concluir que o seu candidato é um espinheiro troque para não queimar seu voto num dos muitos escândalos que virão através dele. Mas, não se deixe levar pelos boatos maldosos, procure confirmar se são fatos. Se você concluir que ele é uma árvore frutífera e seus frutos são bons cumpra o seu dever de cidadania com prazer, com a certeza de que pelos próximos quatro anos ele será, pela misericórdia de Deus, uma sombra protetora e refrescante em nossas Prefeituras e Câmaras de Vereadores, e não um oportunista qualquer buscando se locupletar. Como diz Martin Luther King “o que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” Então levante com seu voto bem alto sua voz e no próximo domingo eleja figueiras, oliveiras e videiras, verdadeiramente comprometidas com a ética e a cidadania. Amados, tenham todos uma boa eleição na Paz de Cristo! Que Deus os abençoe. SEGUINDO EM FRENTE 01/01/2007 Êxodo 3.1-4.17 Cada vez que lemos a Bíblia Sagrada encontramos num mesmo texto novos ensinamentos e aplicações para as nossa vidas. O texto bíblico acima no livro de Êxodo é um destes textos de muitas leituras, pois trata da chamada de Moisés para ser o libertador do povo de Israel da escravidão no Egito. Deus apresenta-se a Moisés como O Eu Sou O Que Sou, o Jeová Auto-existente que queria e poderia libertar seu povo. Esta leitura é uma das leituras mais comuns e valiosas dele. Ante as dúvidas de Moisés Deus realiza três milagres antinaturais: uma planta pegando fogo que estranhamente não se queima; um cajado que sobrenaturalmente transforma-se numa víbora e pelo poder de Deus torna-se um cajado; e uma mão sadia que torna-se leprosa, e mais tarde segundo a ordem do Deus vivo, retorna ao estado natural. Noutra leitura do texto, nestes milagres Deus trabalha a essência e a circunstância. Na essência Deus, faz com que a sarça mesmo submetida ao fogo não seja destruída. Na essência Deus faz com que um objeto inanimado transforme-se em ser animado, ou animal, mais precisamente, poder criador. Na circunstância, Deus torna uma mão sadia em doente e depois a cura, mostrando todo seu poder sarador. Apesar de Deus demonstrar o poder que Moisés teria ao se submeter às suas ordens, este recusou o convite, colocando obstáculos perfeitamente solucionáveis por Aquele. Se Ele tinha poder para sarar um leproso, por que não curaria uma possível gagueira, ou dificuldade para falar. Se Deus era capaz de fazer um ser inanimado tornar-se um serpente, ou uma sarça não queimar-se ao fogo, o que Ele não poderia fazer para que Seu intuito fosse realizado. Entretanto, Moisés não aceitou a missão com facilidade. Ele receoso, relutou em aceitar. Você, caro leitor, que inicia o novo ano de 2007, conhece alguém assim? Porventura, você que abriu esta página sem nenhuma pretensão não está na mesma situação de Moisés: achando que conhece a Deus o suficiente para impor-Lhe impedimentos no seu realizar? Ou ainda, achando que Deus não lhe conhece o suficiente, portanto não pode lhe dar nenhum encargo, pois só você amado leitor sabe de suas capacidades? Ou, ... Sentimo-nos muitas vezes como Moisés. Deus na sua infinita sabedoria coloca em nosso coração num dia como hoje, às duas horas da manhã, uma mensagem para escrever para alguém (você). Pensamos: primeiro, em todas as dificuldades que é vencer o sono; depois, na complexidade de conseguir rodar este site no UOL; mais tarde, imaginamos quem vai querer ler isto; e às vezes dizemos ao Senhor, por favor mande outro fazer isto. E, cremos firmemente que outro melhor do que nós faz, por que Deus manda. Esquecidos da capacidade de Deus em mudar a essência de um ser, não atendemos a Seu apelo de falar aos outros sobre Ele. É Deus quem diz ser capaz de transformar os corações de pedra dos homens em corações de carne, e isto é mudança da essência de um homem. Por outro lado, não compreendendo que Deus muda as circunstâncias também, não cremos em seu poder de alterar a ordem universal para beneficiar àqueles que Ele ama. Neste novo ano vamos caro leitor fazer uma promessa ao nosso Deus? Em primeiro lugar vamos dizer a Ele que sabemos que Ele é capaz de mudar as situações, logo entregaremos a Ele nossos problemas e vamos esperar a sua resposta, tranquilos e sossegados. Em segundo lugar, vamos dizer a Deus que sabemos que nada há impossível para Ele, logo se for preciso para sanar nossas dores Ele vai mudar essência de pessoas e coisas para nos beneficiar. Caro leitor, então estamos combinados teremos um ano de vitória por que tudo o que temos e o que somos estamos entregando agora nas mão de nosso Deus. E, Feliz Ano Novo de Vitória. REGOZIGAR E ALEGRAR 23/12/2005 HABACUQUE 3.17-19 Dentre as muitas leituras bíblicas que fiz ao longo deste ano, a do Livro de Habacuque na Bíblia Sagrada surpreendeu-me novamente pela diferença de atitude esperada de um servo do Senhor Jesus e aquela esperada pela sociedade em geral. Vejamos: "Ainda que as figueiras não produzam frutos, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar, nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem bois nos currais, mesmo assim eu darei graças ao Senhor e louvarei a Deus, o meu Salvador. O Senhor é a minha força. Ele torna o meu andar firme como o de uma corça e me leva para as montanhas onde estarei seguro." Invasores impiedosos dos tempos antigos como egípcios, assírios e caldeus orgulhavam-se de, após as batalhas destruir o que podiam e pilharem o máximo que conseguissem carregar. Matavam bois, colhiam os cereias, saqueavam todos os suprimentos guardados deixando verdadeiras terras arrasadas por onde passavam. O profeta do texto faz referência a essa situação vivida pelo seu povo. A cada horda de saqueadores que invadia Israel, mais seu país empobrecia, mais necessidade e fome passavam os hebreus. Fome ao ponto de comerem os próprios filhos como está escrito na Bíblia Sagrada. Entretanto a certeza do profeta é que o justo vive da fé, ainda que falte tudo. Nos dias atuais, caro amigo leitor, a situação não é diferente. Por mais que os políticos se esforcem a cada eleição nos dando esperança, depois eles mesmo se encarregam da rapinagem e de arrasarem o quanto podem o nosso país com a ânsia de ganhar, do ter, do possuir, sem pensar nos milhões de desassistidos vivendo entre nós. Por mais que a cada eleição troquemos de candidato, substituindo o político corrupto anterior por um que achamos melhor nada muda. Tudo continua na mesma. Que fazer? Neste final de ano estamos a ponto de perder a esperança até em nossos religiosos. Vem a lume os pedófilos, exploradores da inocência infantil, ou da necessidade, da fome; os corruptos, aproveitadores das ocasiões para se locupletarem retirando a alma de seus fiéis; os nepotistas, que tudo querem para si e os seus. Num mundo deseperador e desesperançado só uma atitude devemos tomar, gritar a plenos pulmões: "Vocês podem fazer o que quizerem, podem roubar nosso azeite, nosso vinho, nosso pão, nosso trigo, nossos animais, podem levar tudo, mas nossa fé em Deus vocês nunca retirarão, nunca entregaremos nossos espíritos, nossas vidas são livres, porque o Senhor Jesus morreu para nos libertar." O justo caro amigo vive da fé. Tenhamos fé, pois Deus está no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele permita. Esta chuva de corrupção é passageira, os justos estarão sempre prontos a morrer clmando que ainda que falte tudo há esperança. Em Deus caros amigos há jeito, há possibilidade, há certeza, há futuro, ainda que tudo se corrompa. Levantemos bem alto a bandeira do profeta Habacuque e digamos o justo viverá por fé, pela fé e com fé em Deus que tudo será melhor no ano que vem. Com Jesus no barco, ainda que venham as tempestades tudo vai bem. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO COM FÉ EM DEUS E TUDO VAI SE RESOLVER, POIS DEUS É DEUS DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS. UM ABRAÇÃO EM CRISTO NÃO MATARÁS Êxodo 20:13 Anos atrás ouvi uma estória que serve bem para ilustrar o momento atual em que o Brasil está passando, com relação ao desarmamento. Dizia um indivíduo que um paciente fora ao médico tratar de determinada doença. No contato com o médico ele relatou como conseguiu fazer a sua fortuna. O médico pensa lá com seu jaleco, e eu acabo de encontrar também o paciente certo para ficar rico. Tomando a decisão de ficar rico o médico cuidou do paciente por vários anos sem nunca conseguir curá-lo. Quando o paciente faleceu da doença que poderia ter sido curado, o médico tornara às suas custas um homem rico. Participei dias atrás de um monólogo sobre o desarmamento quando na verdade deveria ser um debate, pois as pessoas que o conduziam já tinham opinião formada “sobre tudo” e convidaram outras para ouvirem o que elas tinham para falar num pretenso debate. Enquanto o monólogo prosseguia ocorreu-me a possibilidade de que uma grande conspiração política que parece ter-se instalado em nosso país anos atrás estaria por trás do Programa de Desarmamento. Nela, quanto maior o caos da segurança pública mais os políticos teriam possibilidade de serem eleitos, numa alternância de poder deliberada e agora surgiria a maior oportunidade, desarmando a sociedade, teriam nas próximas eleições muito mais motivos, para dos palanques em seus comícios, gritarem sobre a insegurança dos cidadãos, as mortes por assaltos, sobre o caos da segurança pública, enfim as mazelas provocadas pela incompetência de nossos órgãos governamentais. Como em todas as soluções brasileiras procuramos atacar os efeitos e nunca as suas causas porque as causas não dão ibope, não são vistas por ninguém, e não nos permitem aparecer na mídia. Seria uma utopia, buscar, antes do referendum uma discussão formal, real e profunda de quais são os males que nos levaram a ter mais mortes que em determinadas guerras? Seria uma utopia estabelecer controles efetivos e eficazes mais rigorosos sobre o porte ilegal de armas? Seria uma utopia definir punições mais rigorosas quando alguém voluntariamente tira a vida de seu semelhante? Seria uma utopia, criar um programa escolar nacional de desarmamento infantil e juvenil, desarme de espíritos, com palestras obrigatórias com profissionais de segurança sobre os problemas da violência? Seria uma utopia pedir aos meios de comunicação que não se atenham apenas a oferecer circo violento para nossas crianças e jovens, mas que ofereçam programas educativos? Bem talvez você meu caro leitor possa encontrar milhares de propostas semelhantes às minhas que crê não serem utópicas, mas perfeitamente discutíveis e implementáveis se houver interesse do poder público em não permitir a morte de seus cidadãos. Entretanto confirmando o aparente ou proposital descaso do governo pela segurança dos cidadãos, se o interesse de nossos representantes for o mesmo do médico de nossa estória, a próxima etapa seria criar uma nova lei que permitisse aos bandidos de andarem armados e aos cidadãos de bem trancados. Desarmar sempre deve ser o desejo do cristão. Como pois explicar um país de tradições cristãs ter que fazer um programa de desarmamento para evitar que seus jovens sejam mortos na flor da idade (18 a 25 anos)? Creio, insistindo numa aparente utopia, estamos nesta situação por muitos motivos. Dentre eles porque deixamos de educar nossos filhos nos preceitos bíblicos de amar o próximo como a nós mesmos. Desarmar, não comercializar, endurecer as leis, seria a solução para os nossos problemas. Creio que não. Qual a solução? ENSINAR OS HOMENS QUE: “Não matarás”, deve ser a expressão cotidiana em nossas bocas. Não matarás implica num amor maior. Não matarás porque quem “ama não mata”. Não matarás porque a sociedade vai puni-lo com excessivo rigor. Não matarás porque todos os órgãos públicos estarão empenhados em não permitir a impunidade. Não matarás porque viver é bom. Não matarás porque você vai fazer outros iguais a você chorar. Não matarás porque o único bem que temos é a vida. Não matarás porque é mandamento divino. Não matarás porque Jesus Cristo recomenda amai uns aos outros, amai a si mesmo, amai aos vossos inimigos. ENSINAR “NÃO MATARÁS” SUBSTITUI O SIM OU O NÃO, MAS LEVA TEMPO. QUE ANO! 27/11/2002 CARO AMIGO VOCÊ QUE ESTÁ PENSANDO ... QUE ANO, HEIN? SÓ TIVE CRISES E MAIS CRISES, LUTAS, DECEPÇÕES, TRISTEZAS, AMARGURAS, DESESPERANÇAS, FRUSTRAÇÕES, TERRORES, MEDOS, INSEGURANÇAS, ANGÚSTIAS, TRAIÇÕES E MUITAS DORES, DORES FÍSICAS E ESPIRITUAIS. SEU CORAÇÃO SÓ FAZ REPETIR O REFRÃO DO SALMISTA "CORDÉIS DA MORTE ME CERCARAM E LAÇOS DE TERROR SE APODERARAM DE MIM, ENCONTREI-ME EM APERTO E PAVOR"(SALMOS 116.3). SE ESTE ANO TEM SIDO DIFÍCIL, MUITO DIFÍCIL MESMO, LEMBRE-SE, POIS O ANO AINDA NÃO ACABOU, DA PROMESSA DO SENHOR EM ISAÍAS 43.3, "QUANDO PASSARES PELAS ÁGUAS EU ESTAREI CONTIGO; QUANDO PELOS RIOS, ELES NÃO TE SUBMERGIRÃO; QUANDO PASSARES PELO FOGO, NÃO TE QUEIMARÁS, NEM A CHAMA ARDERÁ EM TI". NOSSO AMADO SALVADOR, O SENHOR JESUS CRISTO É SUA COMPANHIA NESTA HORA TÃO DIFÍCIL, ELE NÃO VAI DEIXAR VOCÊ NAUFRAGAR NOS RIOS E LODAÇAIS QUE LHE SOBREVIEREM, NEM SER QUEIMADO AO PASSAR PELO FOGO DA CALÚNIA E DA INJÚRIA,ELE NÃO PERMITIRÁ QUE FOSSE PERCA A BATALHA. CLAME AMIGO DO FUNDO DO POÇO, LÁ DO FUNDO DA CAVERNA, LÁ DO ÂMAGO DO SEU SER, GRITE LIVRA SENHOR A MINHA ALMA E ELE OUVIRÁ SUA VOZ AGORA. ELE SE INCLINARÁ PARA VOCÊ E OUVIRÁ SEU CLAMOR. SUAS LÁGRIMAS ESTÃO SENDO RECOLHIDAS NUM VASO ESPECIAL PELO NOSSO DEUS, A SEU TEMPO ELAS ENCHERÃO O VASO E RETORNARÃO COMO COPIOSAS CHUVAS DE BÊNÇÃOS. CONFIE NO SENHOR JESUS CRISTO. FELIZ 2002 01/01/2002 No dia primeiro de janeiro lendo a Bíblia Sagrada deparei-me com o texto escrito em Salmos 45.1 que diz “Meu coração ferve de palavras boas ...”. Meditando sobre este texto cheguei a conclusão que, no início deste ano, eu e bilhões de pessoas no mundo gostaríamos de ouvir palavras agradáveis, gentis, de ânimo, de progresso, de otimismo, enfim só palavras boas. Selecionei, meu amado leitor, algumas palavras boas, contidas na Bíblia Sagrada: Dificuldades: “acaso, para o Senhor a coisa demasiadamente difícil? Gênesis 18.14 Sustento: “o azeite da botija não faltará e a farinha da palavra não acabará” Enfermidade: “O Senhor o sustentará no leito da enfermidade, e o restaurará da sua cama de doença” Salmos 41.3 Necessidade de companhia: “Quando passares pelas águas, estarei contigo, e quando passares pelos rios não te submergirão. Quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” Isaías 43.2 Solidão: “Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim.” João 14.1 Obstáculos: “Por isso vos digo que tudo o que pedirdes em meu nome, crede que recebestes, e será vosso.” Marcos 11.24 Proteção: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra.” Salmos 41.2 “Mas não cairá um único cabelo da vossa cabeça.” Lucas 21.18 Lutas: “O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.” Ex 14.14, 15.3 Justiça: “O Senhor faz retidão e justiça a todos os oprimidos.” Salmos 103.6 Choro e lágrimas: “Ponha a tua boca no pó; talvez ainda haja esperança.” Lamentações de Jeremias 3.29 Desânimo “...No mundo tereis aflições. Mas tende bom ânimo.Eu venci o mundo.” João 16.33 Temor e medo: “Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará.” Deuteronômio 31.6 Mudança de cidade: “Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir.” Hebreus 13.14 Insônia: “Deito-me e logo pego no sono; acordo, porque o senhor me sustenta.” Salmos 3.5 “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor só tu me fazes repousar seguro.” Salmos 4.8 Necessidade e aflição: “Porque o necessitado não será esquecido para sempre, e a esperança dos aflitos não há de se frustrar perpetuamente.” Salmos 9.18 Angústia: “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” Salmos 46.1 Segurança: “O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita.” Salmos121.5 Um feliz Ano Novo: “Deus o abençoe nas cidade e nos campos. Deus o abençoe dando muitos filhos e bom emprego. Deus o abençoe com muita fartura e alegria. Deus o abençoe em tudo o que você fizer.”Deuteronômio 28.3 VERSÍCULOS BÍBLICOS PARA TODA OCASIÃO SALMOS 4.8 e 3.5 30/09/2.001 CERTO PASTOR CONTOU-NOS A HISTÓRIA DE UM HOMEM QUE ENCONTROU UM CRISTÃO E APLICOU-LHE UMA TREMENDA BOFETADA. O CRENTE DISSE O QUE É ISTO? O HOMEM RESPONDEU VOCÊ NÃO É BÍBLIA? NA SUA BÍBLIA ESTÁ ESCRITO QUE QUANDO ALGUÉM BATER-LHE NUMA FACE VOCÊ DEVE OFERECER-LHE A OUTRA. O CRENTE CONCORDOU E OFERECEU A OUTRA FACE. O HOMEM NÃO SE FEZ DE ROGADO, DEU-LHE OUTRO TAPA E VIROU-SE INDO EMBORA DIZENDO Ah! ENFIM ENCONTREI UM CRISTÃO DE VERDADE. O CRENTE, UM HOMEM BEM FORTE CHAMOU: EI CIDADÃO. O SR SÓ CONHECE ESTES VERSÍCULOS? MEU CARO A BÍBLIA TEM VERSOS PARA TODAS AS OCASIÕES E PEGANDO UMA VARA E COMEÇOU A BATER COM MUITA FORÇA NO HOMEM ENQUANTO IA LHE DIZENDO: VEJA O QUE PROVÉRBIOS 26.3 DIZ: O AÇOITE É PARA O CAVALO, O FREIO PARA O JUMENTO, E A VARA PARA AS COSTAS DO TOLO E TOME VARADAS. O HOMEM SAIU CORRENDO DESESPERADO. NA VERDADE OS VERSÍCULOS BÍBLICOS NÃO SÃO PARA SEREM USADOS EM VÃS REPETIÇÕES, MAS COM UM PROPÓSITO. ELES SEMPRE TÊM UMA APLICAÇÃO PRÁTICA. O SALMISTA DIZ: EM PAZ ME DEITAREI E DORMIREI PORQUE SÓ TU SENHOR ME FAZES HABITAR EM SEGURANÇA (SALMOS 4.8), OU COMO NA VERSÃO ATUALIZADA:EM PAZ ME DEITO E LOGO PEGO NO SONO, PORQUE, SENHOR TU ME FAZER REPOUSAR SEGURO. CARO OUVINTE VÁRIOS SÃO OS MOTIVOS QUE PODEM LEVAR VOCÊ A TER INSÔNIA. ENTRE ELES TEMOS: 1-INDISCIPLINA. VOCÊ FICA LENDO, VENDO TV, NA INTERNET ATÉ TARDE, DORME TARDE, ACORDA TARDE, ISTO TORNA-SE UM CÍRCULO VICIOSO, QUE VAI FAZENDO VOCÊ FICAR ESTRESSADO E AÍ VOCÊ NÃO DORME MAIS. TOME UMA DECISÃO E PEÇA A DEUS AJUDA PARA MODIFICAR SEUS HÁBITOS AGORA. 2- ENFERMIDADE FÍSICA. PODE SER QUE O AMIGO NÃO DURMA POR CAUSA DE UMA DOENÇA. PROCURE UM MÉDICO, ORE ANTES DA CONSULTA, DURANTE E DEPOIS DA CONSULTA. PEÇA A DEUS QUE LHE CURE, SE ELE QUISER CURAR, ALELUIA, TESTEMUNHE DISSO. SE VOCÊ NÃO FOR CURADO, GLORIFIQUE ASSIM MESMO, MAS PARA QUE FICAR SOFRENDO? TOME O REMÉDIO MINISTRADO ATÉ SARAR A DOENÇA E SEJA ABENÇOADO POR JESUS. 3-ENFERMIDADE ESPIRITUAL. A AMARGURA, A TRISTEZA, O MEDO E AS PREOCUPAÇÕES EXCESSIVAS SÃO DOENÇAS DA ALMA QUE TIRAM O NOSSO SONO. O SALMISTA FALA DE PAZ E SEGURANÇA. VOCÊ PODE VIVER NUMA FORTALEZA COM MEDO, VOCÊ PODE SER RICO COMO FOR E NÃO CONSEGUIR DESFRUTAR A RIQUEZA PELAS SUAS ANSIEDADES. SE VOCÊ ESTÁ SEM DORMIR PORQUE ESTÁ TRISTE, AMARGO, MAGOADO, SENTE-SE TRAÍDO, CALUNIADO,NÃO DEIXE ESTAS DOENÇAS DE SUA ALMA IMPEDIR VOCÊ DE DORMIR. EXPONHA AGORA SEUS MALES A JESUS E ELE VAI AJUDÁ-LO. CONTE-LHE DE SUAS AMARGURAS, FALE COM JESUS SOBRE ESSE SEU MEDO, PEÇA-LHE FORÇAS PARA PERDOAR OS QUE O FERIRAM E PRONTO, TUDO ESTARÁ RESOLVIDO POR JESUS. JESUS É O BÁLSAMO DE GILEADE E VAI COM SEU SANTO ESPÍRITO UNTAR A SUA FERIDA, CURÁ-LA E DAR-LHE UMA NOITE DE PAZ, DE TRANQUILIDADE. SE DER TEMPO, ESTA NOITE LEIA UM BELO SALMO ANTES DE DORMIR E BOM SONO E BONS SONHOS COM JESUS AO LADO. NUVENS NEGRAS 11/08/2.001 Um dia destes estava caminhando à tardinha na praia e observei que no horizonte um forte clarão iluminava o céu. Cá com meus botões refleti. Como Deus é maravilhoso, fazer um astro só para iluminar a Terra. Quão bela é uma noite enluarada. Quão extraordinário é estarmos num local ermo, onde a luz artificial produzida pelo homem não se faz presente e olharmos o céu em dia sem nuvens e vermos uma grande lua cheia aparecer no firmamento sem fim. Junto com a lua, numerosas estrelas parecem querer se desprender do firmamento e a qualquer instante vir até nós. A beleza da noite é tão expressiva que imaginamos que cada estrela, cada lua, cada satélite, cada astro que Deus criou querem conversar conosco. Como se diz “dar um dedinho de prosa”. Aquela prosa gostosa que nos acalma e nos dá tranqüilidade. Numa noite desta, tão linda, imaginamos até que as estrelas estão cantando para nós. Naquele dia fiquei imaginando e seria uma lua Cheia ou uma Nova para dar tal clarão. Se fosse uma lua cheia ela apareceria com sua luz amarelada, se uma nova ela viria com uma luz bem branquinha, bem límpida. Eu preferi que fosse uma Nova. De repente toda a iluminação cessou. Negras nuvens encobriram aquela luz que tanta alegria me trouxera. Nenhuma réstia de luz sob o mar negro e amedrontador. O mar antes tão agradável tornou-se escuro e fantasmagórico. Continuei a caminhar e de vez em quando olhava para o horizonte esperando que algo mudasse naquela situação. De repente uma meia lua aparece entre as nuvens sobre o mar. Uma luz muito forte iluminou aquele aguaceiro. Um caminho prateado nasceu sobre aquela imensidão negra de água. Aquela faixa estreita de reflexão de luz no mar, bem brilhante, vinha do horizonte até onde eu estava. Durante alguns minutos houve uma batalha no céu entre as nuvens negras e a lua com sua preciosa luz. Por alguns instantes a lua sumia, venciam as nuvens com sua escuridão, por instantes vencia a luz da lua com seu brilho vigoroso. Venceu a luz. A luz se impôs sobre as trevas e eu descansei. De volta para casa passei a meditar naquele episódio. Passamos por muitas dificuldades na vida. Muitas vezes somos ludibriados, somos escarnecidos, somos humilhados e somos colocados de lado. Os lugares que freqüentamos parece não comportar mais a gente, parece não querer mais a gente. Gritamos, clamamos, choramos e ninguém percebe. Dizemos: estamos aqui, prestem atenção a nós, pois existimos e queremos ser percebidos por vocês, mas estão nos colocando para fora da igreja, do colégio, da faculdade, de casa, do trabalho, enfim para fora dos lugares que amamos, distante das pessoas que nos amam. Que agonia. Que dor. Que angústia. Ninguém nos quer. Quão grandes nuvens negras se abatem sobre nós. Quando o que vemos são nuvens negras. Nuvens grandes, cumulus nimbus, que querem fazer desaparecer a nossa luz que já está bem fraquinha. Quando nuvens tempestuosas levantam-se sobre nós com toda a sua força e seu poder, temos Jesus para nos defender. A Bíblia Sagrada diz que Ele não apaga o pavio que fumega, ou seja Jesus não apaga a luz que está fraca (Isaías 42.3). Ao contrário Jesus nos dá força, ânimo e nos coloca em lugares altos para sermos vistos por todos. Creia amigo, ainda que pessoas queiram apagar nossa luz como as nuvens tentaram fazer com a luz da lua, elas não conseguirão, pois a nossa luz é a Luz do mundo, Jesus. Lembrem-se do versículo bíblico: “Quando você atravessar águas profundas, eu estarei do seu lado, e você não se afogará. Quando passares pelo meio do fogo as chamas não te queimarão. Pois, eu sou o Senhor, seu Deus, o Santo de Israel, o seu Salvador.” (Isaías 43. 2-3). Amigos quando nuvens negras vierem nos encobrir, o Santo de Israel nos protegerá com as suas asas e debaixo delas nós estaremos seguros (Salmos 91.4). Confiemos, pois, em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo em quaisquer circunstâncias e adversidades. A Luz está conosco e dentro de nós. Nuvens negras nada são, pois contamos com o auxílio de nosso meigo Jesus, aquele que deu a sua vida por nós, e por meio do qual nós somos mais que vencedores por aquele que nos amou. É REVOLTANTE! 16/06/2.001 Oi amigos! A Paz do Senhor! Desapareci por alguns dias, mas a culpa foi da empresa telefônica que demorou demasiadamente para reinstalar meu telefone. Em dias de APAGÃO, temos que deixar de também de FALAÇÃO, porque as empresas de Falação, continuam com o mesmo descaso para com seus clientes, como dantes. Antes eram os burocratas do governo e hoje? O refrão cantado no meu tempo de criança lá num interior brabo de nosso amado e imenso país era: "Brasil país que nos seduz, de dia falta água e de noite falta luz". Hoje podemos ensinar aos nossos meninos outro refrão: "Brasil, grande e amado país, por culpa de pessoas sem vergonha, ética, responsabilidade, moral, amor ao país, falta água, falta luz, falta segurança, falta saúde, falta educação, falta linha de falação, falta até rima. É revoltante meninos! Estamos fartos e sem esperança. Estamos cheios de promessas falsas. Já não aguentamos mais o descalabro, a miséria, a insegurança nas ruas, o medo, o desemprego, crianças esfomeadas nos sinais de trânsito, o desmatamento e imobilismo. À lei e ao testemunho! Dizia o grande profeta aos israelitas que deixaram de seguir as orientações de seu Deus, para explorarem seu desgraçado povo. O mesmo dizemos hoje. À Lei e ao Testemunho homens desonestos, roubadores de nossas almas, de nosso entusiasmo, de nosso amor, de nossas forças, de nosso sangue. Com todo o nosso desespero ainda nos resta uma esperança: Cristo em nossas vidas esperança da glória. Meus amigos só Jesus, rei de Justiça e Paz pode nos dar descanso, paz e segurança. Senhor Jesus Maranata. Venha logo Senhor Jesus. UM CISNE? 01/03/2.001 Certo dia ouvi uma pessoa dizer que se achava sem nenhum valor. Tinha um conceito tão ruim de si mesma que parecia que ninguém realmente gostava dela e nem dela queria saber. Sua auto-estima estava tão em baixa que dava a impressão de se considerar e ser a pior pessoa da face da terra. Ela era o ser vivente mais inferior do universo. Ela era só amargura, tristeza e desânimo. Aquela pessoa não tinha nenhuma auto-confiança e nenhuma auto-estima. Como aquela pessoa existem muitas que se acham sem inteligência, burras mesmo. Algumas chegam a dizer que são tão burras que não conseguem aprender nada. Outras se acham feias. Não gostam do timbre de sua voz, da cor dos seus cabelos, da cor de sua pele, do seu tipo físico, da sua altura, enfim não gostam delas mesmas. Reclamam revoltadas com Deus que permitiu que nascessem com tais e tais características e não com outra constituição. Traumas também produzem perda da auto-estima, sejam ocorridos na infância ou na idade adulta. A dor de ser insultado por ter um defeito físico é tão arrasante que leva muitos a revolta. Um apelido, retrato de uma característica de que não gostamos, nos agride tanto que pode tornar-se causa de muitas tristezas e complexos. Caro leitor se neste momento você está passando ou vivendo uma fase de baixa auto-estima, falta de confiança, ou está se considerando a mais inferior das criaturas, lembre-se que Deus nos fez à sua imagem e semelhança. Ele não faz nada errado. Tudo o que Ele faz é belo, dotado de inteligência e é para a glória e honra de seu Nome. Deus o ama, o acha lindo, inteligente e capaz, porque ele não vê o exterior, mas sim o interior. Seu interior é belo? Dele mana rios de água viva? Dele saem boas intenções e palavras? Dele sai amor, compreensão e altruísmo? Tenho certeza que sim. Só conseguimos ver valor onde eles existem. Estes seus valores demonstram que você tem valor. Cantamos um hino que diz: “ Quero que valorize o que você tem, você é um ser, você é alguém, tão importante para Deus. Nada de ficar sofrendo angústia e dor nesse seu complexo inferior, dizendo às vezes que não é ninguém. Eu venho falar do valor que você tem. Eu venho falar do valor que você tem. Ele está em você, o Espírito Santo se move em você até com gemidos inexprimíveis, inexprimíveis. Daí você pode então perceber que para Ele há algo importante em você. Por isto levante e cante exalte ao Senhor. Você tem valor. O Espírito Santo se move em você Você tem valor. O Espírito Santo se move em você. Você tem valor. O Espírito Santo se move em você Então! Levante a sua cabeça e sinta-se como um cisne e não como o patinho feio da fábula. Um cisne? Sim, meu amigo, porque você tem valor. FIDELIDADE 01/02/2.001 Alguns dias atrás encontrei um adolescente bastante traumatizado e cheio de complexos. Segundo ele a sua vida não tinha nenhum valor. Sua dor fora provocada pelas circunstâncias como os pais se separaram e como ele foi agredido. Tudo começou quando ele saiu de sua escolinha, em sua infância, esperando encontrar sua querida mamãe que todos os dias ia buscá-lo. Ela não estava lá, ninguém estava lá. Ele ficara sentado sozinho dentro da escola esperando pela sua mamãe, mexendo na sua lancheirinha e olhando para a rua ansioso. Esperou mais de duas horas, quando seu pai apareceu, dizendo que tinha acontecido algo com sua mãe e que por isso ela não viera buscá-lo. Disse que ia levá-lo para a casa de uma tia por uns dias até sua mãe poder ficar com ele. Ele ficou muitos dias na casa da tia e sempre perguntava para seu pai: “quando mamãe vai voltar?” Seu pai respondia-lhe: logo. À noite sonhava com sua mamãe e que ela corria para envolvê-lo nos seus braços. Os dias foram passando e ele nunca mais viu sua mãe. Um dia o pai contou-lhe a verdade. Sua mãe traíra seu pai com outro homem, abandonara a casa e deixara pai e filho sozinhos. Ele não entendia nada de traição, seu coraçãozinho ainda era inocente. Para ele sua mamãe querida não podia deixá-lo só. Quem iria protege-lo à noite ao dormir? Quem iria cobri-lo quando estivesse com frio enquanto ele dormia? Muitas perguntas, nenhuma resposta. Sua tristeza era tão grande porque ele achava que sua não deveria nunca ter feito o que fez. Para ele sua mãe não gostava dele. Ela o abandonou porque ela não o amava. Enfim, o garoto sentia-se tremendamente frustrado com o abandono de sua mãe. O pequeno menino ouvira de sua mãe a promessa de que nunca o deixaria e que o protegeria sempre. Mas, ela não cumpriu o prometido. Ela falhara. Isto acontece todos os dias. Fazemos promessas e não as cumprimos. Prometemos, mas não somos fiéis no cumprimento. Ao nos casar, juramos fidelidade até que a morte nos separe. Prometemos ao emitir um cheque a devida provisão de fundos. Prometemos que nunca, sob nenhuma hipótese, abandonaremos nossos filhos, nossos lares e nossos familiares. Enfim prometemos, mas não cumprimos. O exemplo do garoto é citado na bíblia como o limite da falta de amor e fidelidade. “Pode uma mãe esquecer-se do filho que cria, que não se compadeça dele, do filho de seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu todavia, não me esquecerei de ti.” Jesus, meu caro amigo, não nos abandona em tempo algum. Um dos seus atributos é a fidelidade. Outro é a sua infalibilidade. Ele prometeu, Ele cumprirá. A bíblia diz que Ele vela pela sua palavra para a cumprir. Velar é vigiar até acontecer. Velar é cuidar para acontecer. Jesus promete a você prosperidade, bem estar, abundância de bens, bênçãos e salvação de sua alma. Se hoje você está triste, Jesus lhe oferece alegria. Se você está aflito, Ele lhe dá descanso. Se as lutas são muitas, Ele peleja com você. Se as lutas são para você invencíveis, Ele peleja por você. Se as tempestades são fortes, Ele as acalma. Se há fome na sua casa, Ele lhe dá fartura. Se a fome é espiritual, Ele enche seu coração de prazer. Se você se sente humilhado, Ele reconhece o seu valor. Descansa, caro leitor, Jesus Cristo quer cuidar de você como Ele cuida dos passarinhos. Jesus lhe diz: “Ao passar pelas águas, estarei com você, e ao passar pelos rios, eles não submergirão você; quando passar pelo fogo, ele não o queimará, nem a chama arderá em você”. Entrega sua vida ao Senhor Jesus, confia nele e ele tudo fará. FELIZ ANO NOVO 01/01/01 "O SENHOR TE ABENÇOE E TE GUARDE; O SENHOR FAÇA RESPLANDECER O SEU ROSTO SOBRE TI E TENHA MISERICÓRDIA DE TI; O SENHOR SOBRE LEVANTE O SEU ROSTO E TE DÊ A PAZ". NÚMEROS 6.24 A 26 PROFUNDAS RAÍZES 24/12/2.000 Um cartão de Natal que vi por estes dias sugeria que deveríamos esquecer ou deixar tudo que fosse do presente ano, século ou milênio para trás. Entretanto, como esquecer o que o passado nos legou? Como não lembrar da saborosa vitória obtida após muita luta? Como esquecer que na alegria ou na tristeza; na riqueza ou na pobreza; na fome ou na fartura; na guerra ou na paz; na tempestade ou bonança; na doença ou na saúde; na vida ou na morte; na alegria ou no sofrimento, o nosso Senhor Jesus Cristo esteve conosco? Somos como as árvores. Só sabemos a profundidade das suas raízes por ocasião das tempestades. Se você chegou até aqui com certeza é porque você não é uma hortaliça qualquer, mais um forte carvalho. Meus parabéns! Olhe para trás apenas para cobrar ânimo e coragem para continuar a lutar no novo milênio, pois aqui não é o lugar do nosso descanso. Com profundas raízes, alimentados da seiva divina, dando frutos na estação própria continuaremos no novo século, plantados junto a ribeiros de águas (Salmos 1.8) sendo abençoados pelo Senhor Jesus. Dificuldades surgirão no novo ano, mas se as lançarmos sobre o Senhor Jesus Ele pelejará as nossas batalhas. Se as lágrimas teimarem a vir lembremo-nos que o nosso Deus tem cuidado de nós e limpará de nossos olhos toda a lágrima. Esperamos continuar ser dignos de sua atenção na leitura desta página ao longo do próximo ano. Meu caro amigo leitor desejamos que o Deus de quem somos, a quem servimos e que está conosco os abençoe, lhes conceda o que deseja os seus corações e lhes dê muitas felicidades neste Natal e em 2.001. São os nossos sinceros votos. Um forte abraço e que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo que excede todo o entendimento seja abundante sobre vocês. SOFRER! 07/12/2.000. POR QUE VEMOS UMA CRIANCINHA MORRER? VEMOS O MOÇO ALEIJADO PADECER? VEMOS O NASCITURO NÃO NASCER? VEMOS O CEGO NÃO VER? POR QUE VEMOS UM CASAMENTO TÃO BONITO SE DESFAZER? VEMOS O PAI ABANDONAR O FILHO QUE VIU NASCER? VEMOS UM MENINO COM OLHAR DISTANTE A SOFRER? VEMOS A MENINA SEU PAI PERDER? POR QUE VEMOS NOSSO AVÔ OU NOSSA AVÓ ADOECER? VEMOS NOSSO AMIGO DE CÂNCER MORRER? VEMOS A VIDA DE NOSSO IRMÃO NAS DROGAS SE PERDER? VEMOS NOSSA VIDA DESVANECER? POR QUE? NÃO SEI O PORQUÊ. MAS, SEI QUE VOU SABER. PORQUE O MEU DEUS SABE O PORQUÊ. E NO CÉU ELE ME CONTARÁ POR QUÊ. O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO 17/11/2.000. Um dos meus sobrinhos adolescentes resolveu ir a um Congresso de Evangelismo numa igreja tradicional. Qual não foi a minha surpresa quando o menino ao voltar do Congresso disse-me que o palestrante descobrindo que ele e uma amiga sua eram pentecostais, passou a ensinar aos adolescentes presentes que “essa história de batismo com o Espírito Santo é coisa do passado, que as profecias foram para a igreja primitiva e que os dons carismáticos cessaram há muito tempo”. Quando os meninos foram obter mais esclarecimentos sobre o ensinado, o palestrante não se dignou a dar-lhes ouvidos, nem mesmo por educação ou cortesia, uma vez que eles eram visitantes. Entendo que se não for possível ser educado com uma visita, pelo menos é preciso entendermos que a adolescência é uma fase decisória da vida cristã, onde se tem muitas dúvidas. Quanto mais dúvidas, mais difícil é para o jovem permanecer na igreja. Muitos grandes pregadores e professores de Teologia de hoje se firmaram na igreja quando na adolescência seus pais, pastores e facilitadores da escola Dominical foram capazes de compreender suas dificuldades e ratificar o que já haviam aprendido, ainda que oriundos de outras igrejas. Ao não concordarmos com a doutrina que outra igreja ensina sobre os dons carismáticos, pelo menos devemos ter o cuidado e o respeito de dizer, se for o caso, que não entendemos daquela forma, mas nunca desacreditar o que foi ensinado. Seria de bom alvitre que todos nós utilizássemos uma das teses de Lutero que recomenda que a leitura da Bíblia deve ser extensiva a todos, bem como a sua interpretação. A Bíblia nos ensina a crer que é possível receber o batismo com o Espírito Santo. Ela o apresenta como promessa através de Salomão, Isaías, Joel, Zacarias, João batista e pelo próprio Cristo que nos diz: “Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia, Samaria, e até os confins da terra” Atos dos Apóstolos 1.8. Outro texto nos diz: “Todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” At 2.4. Este é um texto que não está restrito ao passado, pois o próprio apóstolo Pedro nos diz que a promessa é para todo aquele que crer: “porque a promessa diz respeito a vós, vossos filhos, a todos os que estão longe e a todos quantos o Senhor chamar” Atos 2.39. Eu e você caro leitor fomos chamados? Se fomos, somos abrangidos pela promessa, então temos o direito de reivindicá-la. Recebemos o selo do Espírito Santo? Recebemos, na nossa conversão. Esta é a primeira fase. Recebemos o batismo com o Espírito Santo? Recebemos. Quando transbordando da virtude do Espírito Santo, cheios de amor começamos a falar numa língua estranha para nós e desconhecida dos filólogos. Uma língua que só os que têm o Espírito Santo podem confirmar como sendo do céu. Não há filólogo que a explique, e nem teólogo que a decifre sem que a tenham experimentado. Esta é a segunda fase, conforme os ensinos que os pais da igreja nos legaram. Cremos que todos os dons espirituais são para nós, se não os manifestamos em sua plenitude não é porque o Espírito Santo não os disponibiliza, mas porque somos homens fracos, que não nos deixamos gastar na obra do Senhor Jesus. Caros amigos, quando encontrarem uma de nossas ovelhas pentecostais perdidas por aí, conduza-as ao nosso aprisco, não as alimente, porque só nós sabemos como alimentá-las. Felizmente para aqueles adolescentes os testemunhos que têm em suas casas e nas suas igrejas são que os dons carismáticos são para hoje sim, ainda que alguns por não terem sidos alcançados pela misericórdia de Deus zombem de nós e nos insultem. Principalmente porque eles são batizados com o Espírito Santo e com fogo e no dizer no vulgo “contra fatos não argumentos”. UM GRITO PELA VIDA 21/10/2.000 ABORTAR OU MANTER A VIDA? Direito da mãe? A mulher tem o direito de decidir o que fazer com seu corpo? Abortar seria só uma interrupção da gravidez? Seria melhor interromper uma vida que só terá frustrações, falta de oportunidades e injustiças? Seria o caso de manter uma gestação sem amor? Tem razão a mãe que optou por manter a gravidez quanto a mãe que optou pelo aborto? O filho fruto de estupro deveria ser abortado? O bebê sem cérebro não deve continuar sendo gestado? Direito do filho? ABORTAR seria um atentado contra a vida humana? Legalizar o aborto seria a legalização da pena de morte? Lutar contra o aborto seria apenas hipocrisia de padres e pastores? Interrupção de gravidez é assassinato? O embrião, ou o feto ou o nascituro não deveria ter também seu direito à escolha? Um ser indefeso e desprotegido como o feto deve ser morto porque a lei decide assim? Quem tem o direito de atentar contra a vida de um ser humano? Discussão sem fim? A vida começa na concepção. Quando um espermatozóide fecunda um óvulo inicia-se a vida. Se nós fizermos um mapeamento genético daquela primeira multiplicação de células encontraríamos características muito pessoais do novo ser. O embrião, o feto ou o bebê tem o mesmo patrimônio genético, humano. É homo sapiens, queiramos ou não. É outra vida. Ele não é parte da mãe como o seu coração, seu pulmão e seus rins. Ele é outro ser que por um pouco de tempo encontra um lugar para a sua sobrevivência. O embrião ou feto é um ser que virá trazer alegrias, amor e encher uma casa. Responda você mesmo. Porque 59 % de uma população que se diz cristã entende que a mulher é quem deve decidir se interrompe ou não uma gravidez? Porque os nossos representantes não têm o mesmo empenho em modificar o código penal, permitindo a pena de morte de bandidos irrecuperáveis, que têm para permitir o aborto? As duas situações não guardam o mesmo princípio, manutenção ou não da vida? O bebê apesar de fruto de um estupro não poderia receber amor e ser um grande homem, apesar da condenação à morte de seu pai estuprador? Seria porque não temos o exato sentido do que é a vida? Seria porque estamos tão acostumados com a violência e a morte que não damos mais valor à vida? Temos realmente o direito de tirar a vida humana de um ser que tem vida própria, que se movimenta ao ouvir o pai que chega do trabalho, que se acalma ou se agita com uma música, que procura a luz e os sons ainda que não saiba o significado daquilo? A bíblia apresenta o movimento de João Batista no ventre de sua mãe, indicando que o nascituro não era apenas vida animal, mas vida humana e cheia do espírito Santo (Lc 1.41). Creio que não é tão simples a decisão. O único bem que temos é a vida. E esta vida não nos pertence. A vida, a respiração e tudo o mais foi dado por Deus (Atos 17.25). O aborto é uma daquelas discussões infindáveis que tem por base um dilema moral insolúvel. Lidar com a vida e a morte é uma questão muito complexa. Abortar é ter o direito de dispor da vida de outrem, sem dar-lhe o direito de contestar. Deus não confiou ao homem o direito de dispor da vida humana, mas de zelar por ela. Jesus ao morrer na cruz não veio para destruir a vida humana, mas para salvá-la (Lc 9.56). Lutar pela vida é a única forma de manter viva a espécie e é obrigação dos de mesma espécie. VACINA 07/10/2.000. Caro leitor você já contou quantas vacinas são ministradas às nossas crianças? Vacina-se o bebê contra tuberculose, hepatite A e B, difteria, tétano, coqueluche, haemophilus, poliomielite, sarampo, catapora, caxumba, rubéola e gripe. Sabe quais vacinas são ministradas por via oral ou através de injeção? Todas são aplicadas por meio de injeção intramuscular ou intradérmica, exceto uma, a Sabin, que é ministrada via oral, através das gotinhas milagrosas. Você já levou seu filhinho de uma semana para vaciná-lo contra a BCG? Lembra-se da coxinha sem nenhuma carne daquele serzinho indefeso sendo rasgada pela agulha? Da dor que você sentiu ao vê-lo chorando por causa da agressão sofrida? Que a mãe do garotinho desmaiou com ele nos braços, de tanta dor e tanto amor? Que após a vacina ele teve febre, passou a noite toda chorando com você na cabeceira do berço esperando que o sofrimento dele passasse? Que ele às vezes só soluçava como a lhe perguntar porque você deixou fazerem isto comigo? Entretanto, você sabe que fez a coisa certa, pois a melhor maneira de ajudar o seu bebê a crescer saudável e com um desenvolvendo adequado é evitar que ele fique doente. Livrar seu filho de doenças infecciosas que podem deixar seqüelas irreversíveis é sua obrigação. Por isto você levou seu filho para a vacinação. Levou o seu filho para sofrer, viu seu nenezinho sofrer, deixou seu bebezinho sofrer e ainda por cima não fez nada para evitar que ele sofresse. Sabendo que as vacinas realmente previnem muitas doenças e protegem o seu nenê, você por amor o deixou sofrer. Você o deixou sofrer para evitar um mal maior. Deus também pensa como você. Como nosso Pai, para evitar um mal maior, a morte eterna da humanidade, há quase dois mil anos atrás Deus enviou seu próprio Filho ao mundo para morrer em nosso lugar. Pecado é uma doença contagiosa e fatal que destruiu o relacionamento do homem com Deus e O separou da humanidade. Para religar o homem a Deus Jesus precisou morrer. Como você quando vacina seu filho, Deus viu os espinhos rasgando a carne da fronte de seu Filho Jesus e não fez nada. Quando cravaram nos pés e punhos de Cristo os pregos, Jesus, como seu filhinho, gritou de dor, mas como você, Deus não fez nada. Quando o sangue jorrou de seu corpo, nosso Deus sofreu pelo seu Filho Unigênito, mas não fez nada. Quando ele foi crucificado Ele nada fez porque sabia que Jesus estava sofrendo por amor a mim e a você. Deus sabia que aquilo era necessário. Por amor a nós Deus levou, viu e deixou seu filho sofrer as agruras da crucificação. Tudo para resgatar nossas vidas preciosas (João 3.16) do poder do pecado. O antídoto contra a morte de toda a humanidade era o sangue precioso de Jesus Cristo. Vida, o único pagamento que foi aceito para a salvação. Ao dar a sua vida, Jesus possibilitou a cura do homem, pois a Bíblia diz “o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado” 1 João 1.7. A vacina contra a doença pecado, suas conseqüências, sofrimento e perdição eterna existe. É só aceitar a Jesus como Salvador que você será vacinado. Vacine-se contra a morte meu amigo. Faça como você fez com seu filhinho previna-se. Aceite a Jesus com seu Salvador e livre-se do pecado. A SOLIDARIEDADE 17/09/2.000. Voltávamos para a nossa casa por volta das 23 horas quando nos deparamos com uma família cujo carro quebrara num dos bairros de nossa cidade. Paramos para ver se podíamos ajudá-los. O motorista nos disse que era um problema na bateria de seu carro, mas que o seu genro já fora chamado, logo estaria ali para ajudar a resolver a situação e que não nos preocupássemos. Entretanto, apesar do motorista dizer que não necessitava de ajuda, pois segundo ele a situação estava sob controle ficamos preocupados. Ele estava com a sua esposa, duas filhas adolescentes e uma neta dentro de seu carro num lugar perigoso e isto nos preocupou muito. Temendo que assaltantes pudessem atacá-los e estuprar as meninas, resolvemos fazer-lhes companhia até que o socorro chegasse. Passados um pouco de tempo o genro do condutor do veículo quebrado chegou e decidimos como resolver o problema do carro. De repente ouve-se um grito: “é um assalto, passe a carteira, o talão de cheques, o cartão de crédito e o celular, baixem as cabeças, não fiquem olhando para nós, senão atiramos”. Cinco ladrões nos atacaram. Ficamos totalmente impotentes. Deus nos deu tranqüilidade e ficamos calmos. Os ladrões roubaram dinheiro, celulares e talão de cheques. Meus amigos que sensação desagradável. Estávamos totalmente desprotegidos. Ninguém para nos ajudar, nenhuma viatura policial ou mesmo policiais a pé passaram pelo local. Que nó na garganta, que medo de sermos alvejados por ladrões desesperados e drogados gritando e andando para lá e para cá o tempo todo. Pela nossa mente passou um milhão de preocupações. Os ladrões poderiam seqüestrar o nosso filhinho de nove meses ou a menina de três aninhos; ou levar para um lugar deserto e estuprar as mulheres que estavam conosco; ou dar um tiro no condutor do veículo estávamos ajudando, pois ele insistia em olhar para eles. Poderíamos ter sido alvejados e hoje um de nós estar paralítico ou até mesmo morto. Mas, Deus nos guardou. Que desepero para tentar controlar a situação. A segurança que necessitávamos e por ela pagamos um alto preço através de nossos impostos só veio aparecer no horário eleitoral. As autoridades governamentais nos seus programas apareceramm para dizer que depois que nós votarmos neles, a situação vai melhorar. Entretanto, a população continua morrendo e os políticos encastelados nas suas fortalezas, com a segurança pessoal paga por nós, vivendo nababescamente. E os assaltados? E os mortos? E as moças estupradas? E o sofrimento de todos nós? Que fazem para melhorar o “status quo”? Nada. Infelizmente esta é a constatação que fazemos. As nossas autoridades estão preocupados com seus próprios umbigos. Nenhum deles conhece o sofrimento da população e nem com ele se preocupa. Eles não tem nenhuma solidariedade humana. Suas preocupações são se vão ganhar as eleições e para atingirem este objetivo prometem mundos e fundos. Então o que podemos fazer? Vingar. Procurar a todo o custo achar os ladrões e fazer justiça com nossas próprias mãos? Este seria o desejo mais lógico de nossos corações carnais. Pedir a Deus que os castigue e a desgraça venha à vida daqueles assaltantes? Amaldiçoá-los para que algo de muito ruim lhes aconteça? Felizmente não conseguimos pensar assim. Conseguimos aplicar as palavras de Jesus em seu pleno significado: “Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa também a capa. Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas” Mateus 5:39-41. Ao chegar em casa fomos orar agradecendo a Deus o livramento que nos dera. Conseguimos pela Sua bondade ter misericórdia dos ladrões. Conseguimos pedir ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que pelo seu amor os salve. Pedir que um dia eles testemunhem que servem a Jesus e não são mais assaltantes, mas servos do Deus Altíssimo. Ter solidariedade. Pararemos outras vezes para ajudar? Com certeza sim. Se não quisermos ajudar por amor, pelo menos que o façamos pela Solidariedade da Raça. Esta ensina que todos os seres humanos são de mesma espécie e forma, tendo como ancestral Adão (Atos 17.26). Não devemos crer que a doutrina só é válida para atribuir a Adão o pecado original, mas também para como irmãos nos darmos uns aos outros e de mãos dadas nos ajudarmos. Confiados no Senhor e nas suas promessas nos dispomos a ajudar novamente outro motorista com o carro quebrado. Maldizer. Não. Por que não maldizer o assalto sofrido? Porque cremos que ainda há esperança para a humanidade. Cremos que os ladrões que nos assaltaram poderão encontrar a Jesus, arrependerem de seus pecados, se converterem de seus maus caminhos e passarem a expressar a imagem de Deus em suas vidas. Cremos que em Cristo é proclamada a esperança para a raça humana. Cristo a única esperança. Inclusive para assaltantes. Agradecer. Reconhecer o livramento concedido por Deus. Nada nos resta senão cantar e louvar ao Senhor com o salmo 121: “ Elevo os meus olhos para os montes de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do senhor, que fez o céu e a terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará o guarda de Israel. É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda; O Senhor á a tua sombra à tua direita. De dia não te molestará o sol, nem a lua de noite. O Senhor te guardará de todo mal; guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre”. Glória a Deus. Aleluia. Obrigado Senhor por mais um dia. CARIDADE IMPRÓPRIA 03/09/2.000. Esta semana lendo uma revista de grande circulação no Brasil surpreendi-me com o seguinte texto: “O governo e os produtores de cachaça já encomendaram uma pesquisa, a um instituto inglês, acerca da receptividade à bebida na Europa. Também pediram o reconhecimento internacional de que a cachaça é produto brasileiro, e de ninguém mais. E espalharão a receita da caipirinha aos quatro ventos.” O articulista da revista comentou ainda que se a caipirinha virar moda, o Brasil poderá acelerar as exportações e tornar-se conhecido como o país não só do futebol como também da cachaça. Este “maravilhoso” título viria realmente a calhar, pois se juntaria a outros que já temos tão “nobres” quanto o de País da Cachaça. Por exemplo Brasil - País da Prostituição de Menores; ou Brasil - País do Carnaval, ou Brasil – País dos Seqüestros Relâmpagos, ou Brasil – País dos Corruptos, ou Brasil – País da Impunidade, ou Brasil – País dos Menores Abandonados, Brasil – País das Chacinas de Maiores e de Menores; ou ainda Brasil – País dos Assaltos. Nosso belo país não merece nenhum dos títulos acima e muito menos o de País da Cachaça. Entretanto, a justificativa do esforço governamental em utilizar a máquina administrativa para a divulgação da caipirinha é a necessidade de gerar receitas para cumprir os compromissos financeiros internacionais assumidos com o Fundo Monetário Internacional. Outra justificativa seria que quanto mais exportarmos mais empregos geramos, além de mantermos os existentes, beneficiando os nossos patrícios. Em conseqüência diminuiremos a miséria que alastra por nosso imenso país. Com tais razões certamente receberemos mais um título desagradável, o de País da Cachaça. Verdadeiramente a geração de emprego com as exportações de cachaça permitirá melhorar a vida de nossos concidadãos, e podemos considerá-la uma beneficência própria extraordinária, pois contribuirá para diminuir a fome de muitos brasileiros, tirá-los das ruas e dar-lhes uma vida digna. Mas, gerar empregos exportando cachaça também seria? Será que toda a caridade é própria? Não entendemos assim. Salvar vidas representa uma beneficência própria, necessária e útil, mas o recurso oriundo do tráfico de drogas deveria ser utilizado para construir hospitais? A educação é uma beneficência própria, mas a obtenção de recursos oriundos dos seqüestros relâmpagos deveria ser utilizada para a construção de escolas? Livrar um indivíduo de dores insuportáveis é uma beneficência própria, mas através da Eutanásia também seria? Parece-nos que estamos perdendo um pouco a noção de propriedade. Nem tudo que parece ser próprio o é efetivamente. Travestido de bom, de caridoso, de amoroso, de beneficente temos engolido uma série de manifestações de amor, impróprias. Quando um canavieiro planta cana ele pode produzir algo bom ou algo ruim. Produzindo açúcar ele estaria fazendo algo bom, mas produzindo cachaça ele estaria fazendo coisa má. Infelizmente o que importa para a sociedade atual é ter, e para ter recorre-se a quaisquer expedientes, até incentivar o consumo de cachaça. A Bíblia traz o episódio de Tobias (Neemias 13.4–9) como ensinamento sobre a verdadeira caridade e não nos deixa cegos diante das impropriedades. Tobias estava sem ter onde morar e Eliasibe que era o Sumo Sacerdote cedeu-lhe parte do templo como moradia. O lugar fora santificado pelos dízimos e ofertas e agora estava contaminado pelo maligno Tobias. Neemias, governador de Jerusalém, ao saber que as leis da separação do templo foram violadas tornando-o imundo, não teve dúvidas expulsou Tobias e ordenou que as câmaras fossem purificadas. Apesar da boa intenção de Eliasibe sua caridade foi imprópria. O mesmo está ocorrendo com a cachaça hoje. Vender cachaça para aumentar o emprego é uma tremenda impropriedade, pois todos conhecemos os seus efeitos sobre o ser humano. Todos sabemos que a bebida forte é alvoroçadora (Provérbios 20.1)e que ela tira de nós a inibição e muitas vezes a vergonha. Quantas vezes vemos pessoas caindo pelas ruas, bêbadas, trocando as pernas e sendo motivo de zombarias, quando não de agressões. A cachaça torna seu consumidor valente. Ele não tem medo de nada. Briga nas ruas, nos bares, nas rodas de alta e baixa sociedade. A cachaça e sua indução à valentia são causa de muitas mortes. Ela é também a causa de doenças e acidentes que levam à morte, de termos muitos lares destroçados, de vermos famílias inteiras chorando o pai que não volta para casa, de contemplarmos empregos perdidos e de crianças com fome. Quanta miséria a cachaça pode trazer. A embriaguez é pecado condenado pelas escrituras. O texto bíblico diz: “...não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores, herdarão o reino dos céus” (1 Coríntios 6.9-10); e “Ora, as obras da carne são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias, e cousas semelhantes a esta, a respeito das quais eu vos declaro, como já outrora preveni, que não herdarão o reino dos céus” (Gálatas 5.19-21). Deveríamos aceitar contribuir para que os outros povos percam as suas vidas eternas? Caros amigos lembrem-se das palavras de Isaías: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8.20). Identificada uma impropriedade devemos como profetas verdadeiros de Deus alertar sobre o erro que se está cometendo. Para fazermos uma caridade nem sempre vale tudo. Os fins, caros amigos, nem sempre justificam os meios. Existem caridades que são impróprias. Estas não devemos aprovar, mas denunciá-las. FÉ 24/08/00 Ontem houve mais um acidente de repercussão mundial. Uma aeronave Airbus A-320 da Gulf Air caiu no Mar da Arábia matando todos seus 143 passageiros e tripulantes. O avião que ia do Cairo para Bahrein caiu provavelmente por motivos técnicos, falha no trem de pouso. Por que provavelmente? Porque aviões caem muitas vezes por falhas humanas, ou porque um dia o piloto pode resolver suicidar e mergulhar no mar com seus passageiros inocentes e cheios de boa fé na sua sanidade. Dia 25 de julho, um sucesso tecnológico europeu que já operava a mais 30 anos sem nenhum acidente, espatifa-se sobre um hotel a poucos metros da pista, numa violenta explosão. Tripulantes, passageiros e pessoas no solo morrem sob as vistas de gente petrificada. O avião do futuro que voava acima da velocidade do som (2.160 Km/h) era mais que um meio de transporte, era uma idéia de perfeição e modernidade. Entretanto uma falha mecânica ceifou 114 vidas. Várias foram as tragédias aéreas da década. Um Boeing 727 da Northwest Airlines caiu em dezembro de 1990, com 19 mortes. Os 25 ocupantes da United Airlines morreram na queda de um Boeing 737, em março de 1991. Em junho de 1994 acontece o pior acidente da China deixando 262 mortos com queda de um Tupolev-154. Em dezembro de 1995 um avião cai na Colômbia deixando mais de 140 mortos. O Fokker-100 da TAM cai em outubro de 1996 em São Paulo tirando 99 vidas. O Boeing 747 da Korean Airlines cai matando 200 pessoas em agosto de 1997. Em fevereiro de 1998 um Airbus da China Airlines cai matando 264 pessoas. Um MD-11 da Swisair cai no Oceano Atlântico ao tentar um pouso de emergência causando a morte de seus 229 ocupantes, em setembro de 1998. Em outubro de 1999 um avião da Egypt Air cai em Nantuckt nos EUA matando 217 pessoas. Um avião da Kenia Airways cai no mar em janeiro de 2.000 vitimando 179. Em abril de 2.000 um Boeing 737 da Air Philippines cai próximo ao sul da cidade de Tavão deixando 131 mortos. Apesar de ser um meio de transporte seguro o avião na última década vitimou mais de duas mil pessoas em diversos grandes acidentes aéreos. Uma característica une todas as vítimas. Todas tinham a convicção de que completariam as suas viagens. Todas tinham confiança que estavam seguras no avião. É bem verdade que dentre os passageiros tem aqueles que só viajam por pura obrigação. Mas mesmo estes que morrendo de medo voaram tinham lá no fundo uma pequena confiança. Muitos passageiros crêem que chegarão aonde pretendem por se sentirem donos de seu destino. Usando a razão e a capacidade que têm de analisar, verificam os prós e os contras das viagens, julgam e decidem as suas vidas. A inteligência e olhar racionais os levam a ter a certeza de que o avião não cairá, pois foi construído por uma empresa responsável e é operado por uma empresa séria. Esses não têm consciência de que viver é uma dádiva de Deus. Outros crêem pela fé que vão chegar aos seus destinos. É o uso da fé natural. Aquela fé que nos leva a tomar um ônibus sem perguntar se o motorista sabe ou não dirigir; a depositar nosso dinheiro nos bancos sem perguntar se o banqueiro está falido; a andar nas ruas acreditando que nenhum morador dos arranha-céus jogará um objeto que possa nos ferir; a crer que o motorista vai respeitar o semáforo e não vai atropelar-nos; enfim fé que nos permite realizar o impossível. Quem pode garantir a continuidade do andar, do ver, do alimentar-se, das funções básicas da vida? No dizer de Pascal a fé é dom. Viver não seria exercer este dom? É a fé que possibilita o ser humano viver. Ou leva-o a morrer. Entretanto, a fé está ligada a coisas e fatos futuros que obviamente ainda não se realizaram, mas que por ela eles se materializam. No dizer do escritor aos hebreus “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a certeza das coisas que se não vêem” (Hebreus 11.1). Os passageiros dos aviões tinham fé que chegariam aos seus destinos, por isso embarcaram para a morte. Eles tinham uma fé natural ou fé humana, mas você caro amigo pode ter uma fé além daquela, uma fé espiritual. Uma fé fundada não numa opinião, numa regra de vida, numa evidência tecnológica ou num hábito, mas fundamentada em Deus. Uma vez que a fé é um dom de Deus. Caros amigos a fé em Jesus Cristo é a única condição que Deus exige para a salvação. Essa fé leva-nos a crer que Jesus foi crucificado e morreu na cruz para a nossa salvação. Ela “é o meio que dispomos para ver, aceitar, e aplicar o mundo invisível e o meio através do qual vivemos segundo dimensões eternas”. Pela fé em Jesus entre os tantos passageiros que faleceram vitimados pelos acidentes aéreos, muitos tinham a certeza de Salvação. E você meu caro leitor poderá continuar a viajar de avião ? Se lhe pedirem a vida você tem certeza das realidades celestiais? Tem a convicção de que já passou da morte para a vida por meio de Jesus, aquele que o amou? Você teria a esperança de morar nas mansões celestiais? Você teria como realidade à vida eterna em Cristo? Abrão, um dos patriarcas do povo de Israel, pela fé partiu sem saber aonde ia (Hb 11.8), mas nós sabemos para onde vamos. Isto é fé. QUE AMOR! 31/07/2. 000. Choveu durante toda noite. Ao amanhecer a chuva insistia em se derramar sobre a cidade. As águas caíram torrencialmente ainda durante o dia todo. Como a maré estava subindo, as águas não tinham como escoarem, as ruas foram sendo alagadas. As águas foram tomando conta das casas, das partes térreas dos prédios e das lojas. Nas ruas carros enguiçados boiavam ao sabor das ondas formadas pelos veículos de grande porte que ainda ousavam enfrentar as águas. De repente vejo por trás do muro do terreno baldio um movimento. Surge uma vira latas ladrando angustiada. Observo-a passar por um buraco, nadar vigorosamente enfrentando as águas com destemor. Continuo a observá-la. Ela está com algo entre os dentes. Quando ela chega mais perto vislumbro o objeto em sua boca. É um cachorrinho. A cachorra com seu filhotinho entre os dentes busca desesperada um lugar seguro para colocá-lo. Encontra uma touceira de capim onde a água ainda não chegou. Deposita cuidadosamente o objeto de seu carinho e amor. A cachorra novamente aparece nadando em direção ao buraco no muro. Pega outro cachorrinho todo molhado, nada sofregamente em direção à moita de capim escolhida e deposita outro filhote. A angústia do animal persiste até que ela põe a salvo seu último rebento. Terminada sua tarefa a cachorra sacode a água de seu corpo magro e maltratado e aninha seus filhotes sob a sua barriga para esquentá-los. A chuva continua a cair e a cachorra está sossegada porque está com seus filhotes em lugar seguro. O animal irracional e instintivo demonstrou todo o seu amor. O amor a impediu de ver os riscos de sua empreitada. Ela lançou-se à água para salvar a vida de seus filhotes. Não estava preocupada com sua própria vida. Salvou-os da morte certa porque as águas logo cobriram o lugar onde eles estavam. Alguém pode dizer que foi puro instinto, que não havia nenhuma racionalidade no ato da cachorra. Era somente o instinto de preservação da espécie manifestando-se. Algum ser racional seria capaz de fazer o mesmo? Só uma mãe. Haveria alguém em quem o instinto de preservação da espécie fosse tão mais presente que numa mãe? Um homem. Que homem poderia buscar tão ardentemente a preservação da vida humana, a ponto de dar a sua vida por nós? Somente um. Jesus, Jesus, Jesus. Meu caro amigo leitor, cantamos um hino que diz exatamente o que Jesus fez para a nossa preservação eterna: “1- Houve um que morreu por meus crimes na cruz, inda indigno e vil como sou; Sou feliz, pois seu sangue verteu meu Jesus e com este, meus crimes lavou. Meus pecados levou na cruz onde morreu o sublime e meigo Jesus: os desprezos sofreu, a minha salvou e mudou minhas trevas em luz. 2- Ele é terno e amável, não há outro igual! Pois converte o infiel coração; e por essa paciência e amor divinal estou livre da condenação. 3- Meu anelo constante é em Cristo viver, meu caminho, seu exemplo marcou; E p´ra dar-me a vida, Jesus quis morrer, sobre a cruz meus pecados levou”. Caro amigo só Jesus pode livrá-lo da morte. O EXEMPLO 22/07/2.000. Quando eu era garoto lembro-me de ter lido algumas fábulas que continham ensinamentos preciosos. Nossos pais e professores preocupados com nossa formação moral insistiam que lêssemos alguns textos e deles tirássemos lições para a nossa vida. Histórias, contos, poemas e fábulas que ilustravam virtudes a serem cultivadas deveriam ser lidas para a formação dos cidadãos do futuro. Monteiro Lobato, Esopo, Charles Dickens, Leon Tolstoi, Casimiro de Abreu, Scott Fitzgerald, Machado de Assis, José de Alencar, Hans Christian Andersen, Mark Twain e a Bíblia, entre tantos autores e obras povoaram nosso imaginário infantil e de adolescente. Os textos apresentavam lições que tratavam de disciplina, caráter, lealdade, honestidade e verdade. Dentre as muitas leituras que fiz lembro-me especialmente de algumas. Uma veio-me à lembrança dias atrás quando fazia uma leitura. Trata-se de uma fábula de Esopo. Esopo como é do conhecimento do estimado leitor viveu na Grécia por volta do século VI a.C. e lhe é atribuída a autoria de inúmeras pequenas histórias de caráter alegórico e moral. Motivadas pela origem popular, o espírito de suas fábulas era realista e irônico. Utilizando-se de analogias com animais, homens e coisas as fábulas de Esopo veiculavam sempre uma norma de conduta. A fábula em questão é do caranguejo e sua mãe: “Um caranguejo corria na praia com sua mãe. A mãe corrigiu o filho: - Não corra de lado! Andar para frente é muito mais adequado. O jovem caranguejo respondeu: - Claro, mamãe, quero aprender. Mostre-me como se anda para frente e eu ando atrás de você”. A mamãe caranguejo não tinha como dar o exemplo para seu filho, pois andar para frente não era da sua natureza. O mundo hoje está cheio de mamães caranguejos que dizem “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”. Adaptando outro ditado popular podemos dizer: Falar é fácil, difícil é ser. Hoje em dia exemplos genuínos estão em falta. Vivemos uma vida de aparência, de culto à personalidade, de culto ao corpo, enfim de culto à matéria. Vivemos numa época em que todos querem aparecer. Todos querem seus quinze minutos de fama. Todos querem ser a palmatória da humanidade. O mundo está cheio de conselheiros do caos, da imoralidade, da desorganização familiar e da utopia que não satisfazem as almas. Ainda bem que ainda temos a Bíblia como um manual a ser seguido. Paulo escrevendo aos Coríntios recomenda-lhes: “sede meus imitadores como eu sou de Cristo” I Co 11.1. Paulo ao recomendar-lhes que o imitem propunha-lhes uma exemplar vida cristã. “Vida de dedicação suprema às realidades espirituais, com a negação de tudo o que é meramente terreno e material”. Paulo foi um exemplo porque conseguiu negar a si mesmo para seguir a Jesus. Ele não se importava com seu conforto pessoal. Pelo contrário, gastava-se para benefício espiritual dos demais. Frio, fome, nudez, prisões e açoites tudo por amor. Negando a si mesmo por amor às almas ele chegou a declarar que tudo fazia para agradar a todos, não buscando agradar a si mesmo. Paulo foi um exemplo porque amava a Cristo. Cristo também não agradou a si mesmo, mas deu-se porque nos amava. Ao ser interrogado por um doutor da lei sobre qual o grande mandamento respondeu-lhe: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” Mt 22. 37-39. Estes dois mandamentos abarcam todo o viver espiritual do cristão. Por amor Cristo obedeceu a Deus, não tendo a sua vida como preciosa. Amando-nos ele deu a sua vida para a nossa salvação. Por amor Cristo deixou toda a sua glória, veio ao mundo para libertar as almas do jugo do pecado e levar os homens para uma vida de gloriosa liberdade. Para viver esta vida plenamente Cristo estabelece padrões a serem seguidos. Para ser imitador de Cristo é preciso ser exemplo de santidade (Hb 7.26), de pureza (I Jo 3.3), de humildade (Fp 2. 5,7), de obediência (Jo 15.10) e de solidariedade (Mt 20. 28). Exemplos que foram dados por Cristo para o nosso viver espiritual. A mamãe caranguejo não pode dar exemplo para seu filho, mas como exemplo Paulo deixou-se decapitar por amor a Cristo e pelas almas. Como exemplo Cristo deixou-se levar à crucificação por amor a nós. BASTA! EU QUERO PAZ. 09/07/2.000. Ontem foi um dia maravilhoso. Fomos todos para a rua. O dia estava excepcional para uma manifestação. Mais uma manifestação? Não. Ontem, nos mobilizamos pela PAZ. Tinha gente de todo o tipo engajada. Rica, pobre, bonita, feia, comprometida e descomprometida, enfim todos participando. Fizemos tudo pela paz. Saímos em passeata, caminhamos de braços dados pelas ruas, cantamos alegremente e ouvimos excelente música num show. E hoje? O que mudou com relação à ontem? Hoje morreu menos jovens assassinados no Brasil? Os seqüestros relâmpagos do Recife diminuíram? Os estupros de Belo Horizonte acabaram? As rebeliões nos presídios em São Paulo se foram como num passe de mágica? Acabou a violência contra meninos de rua do Rio de Janeiro? Acabou a exploração sexual infantil em Salvador? Diminuiu o tráfico de drogas em Porto Alegre? Será que mais uma vez tudo ficou apenas no “fizemos a nossa parte?” Mas, e a paz, o que é realmente paz? Shalom, do hebraico, significa muito mais que ausência de guerra e conflito. No hebraico seu sentido é de harmonia, plenitude, firmeza, bem-estar, segurança e êxito em todas as áreas. Paz que cabe em lugares de dimensões diversas. Cabe no Universo, numa nação, numa família, num casal e principalmente no coração do homem. Se ela não estiver no menor lugar, no coração e na mente do homem, ela não estará em lugar algum. O importante é saber que a paz é um fruto a ser cultivado (Gálatas 5.22). Quando precisamos de paz? Quando não temos tranqüilidade, apesar de não estarmos em guerra. Quando sentimos que a nossa integridade está em perigo. Quando entendemos que o nosso bem-estar acabou. Quando falta harmonia entre os seres que se dizem humanos. Quando a nossa alegria acabou porque nos falta segurança. Quando o nosso espírito clama por uma paz espiritual, descanso no relacionamento com Deus (Romanos 5.1) Por que buscar a paz? Para ter tranqüilidade mental para viver. Tranqüilidade em todos os níveis de relacionamentos com os homens e com Deus. Para ficar livre dos conflitos internos e externos. Para estar tranqüilo quanto a sua salvação eterna mediante Jesus Cristo e, portanto, nada temer da parte de Deus. Para viver contente com seu destino na terra, qualquer que ele seja, porque sabe que Deus, o soberano Senhor, está no comando de nossas vidas (Salmos 2.8-9). Quem pode dar paz? Ela é uma dádiva completa e preciosa de Deus. A bênção prometida: “Une-te, pois, a Deus, e tem paz, e; assim, te sobrevirá o bem” Jó 22.21. Ela é uma dádiva pessoal de Cristo para os seus servos. “Deixo-vos a paz”, (João 14.27), disse o mestre da Galiléia. Quando a paz veio a Terra? Deus por sua infinita misericórdia traçou um plano especial para que o homem tivesse paz. Ela só foi possível quando Cristo cumpriu a sua parte no plano divino. Através do poder de reconciliação de seu sangue expiador (Colossences 1.20), Jesus possibilitou a nossa justificação e a derrubada do muro de separação entre Deus e o homem. Como a paz foi feita? O sacrifício vicário de Jesus permitiu que o homem pudesse ter um relacionamento pessoal com Deus. Morte pela vida. O preço pago pela paz foi a própria vida de Jesus. Sangue que era a única solução para a afronta humana à santidade de Deus. Em Jesus fez-se a paz eterna (Efésios 2.14) através de seu sangue precioso. Quem é a nossa paz? Dando sua vida por nós Jesus Cristo tornou-se nossa paz. O texto bíblico relata: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz” (Isaías 9.6). E este príncipe diz Miquéias 5.5 é a nossa paz. Por que a paz é tão difícil? A paz tem uma aliada que é a justiça. Sem justiça nunca haverá paz. A Bíblia Sagrada apresenta a receita para a paz há muito tempo. De 740 a 681 a.C. o profeta Isaías (o Senhor salva) desenvolveu o seu ministério. Anunciando o reino mundial de Cristo, reino este de justiça, o profeta declara: "O efeito da justiça será a paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança para sempre”. Isto não será maravilhoso? Então qual a solução? Esperar o reino milenial de Cristo? Não. Podemos começar agora. Precisamos deixar de ser inimigos de Deus. Fazer com Ele a paz através de seu filho Jesus Cristo. Receber a paz que excede todo o entendimento (Filipenses 4.7). E então, sabendo o que é a paz, tendo-a em nossos corações e fazendo da justiça uma aliada poderemos iniciar a implantação da paz neste nosso tão amado país. Com Jesus há paz. Sem Jesus não há. Amigos, Shalom. QUE CORUJICE, HEIN? 02/07/2. 000. Há poucos dias atrás fiz uma mensagem que tratava da maneira como os bebês agem e a nossa atitude. Hoje volto ao assunto, pois não foi possível deixar de apresentar uma nova experiência com os bebês. Um dia eu estava pegando nosso filhinho para fazê-lo dormir. Eu colocava a chupeta em sua boquinha e ele imediatamente a jogava fora. Então, eu ia à cozinha, lavava a chupeta e dava-lhe. Ele ficava com ela um pouco. Quando eu me distraía olhava para o bebê ele estava sem a chupeta, que já tinha caído ao chão. Eu colocava a chupeta na boca do nenê, ele a jogava fora, eu ia à cozinha e a lavava e dava-lhe novamente. Isto se repetiu por quase uma dezena de vezes num espaço de uma hora. Imagine o amigo leitor cuidando deste bebê por dez horas. Você amado leitor deve estar imaginando que nenê mais chato. O meu nunca faria isto. Eu lhe daria umas boas palmadas e ele seguraria a chupeta, na marra. Tolerância zero, é a nova ordem. Em situações normais eu também faria isto, mas primeiro ele é o meu amado, lindo e maravilhoso bebê. Segundo, ele só tem seis meses e não entende o que está acontecendo. Terceiro, ele estava brincando e aprendendo a se relacionar com gente como eu e como você. Quarto, eu adoro crianças. Quantas justificativas mais eu poderia dar para não repreendê-lo por sua desobediência. Que corujice, hein? Não amigo, paciência. Paciência “é aquela qualidade habitual de suportar os testes e as circunstâncias testadoras, sem queixume”. Com o meu bebê comecei a rir e pensei em fazer uma mensagem para a minha página. Em proporções diferentes o Senhor Deus é paciente com os homens. Alguns atribuem ao nosso Deus o título de “Pai da Paciência” porque ele tem uma extrema tolerância com a humanidade pecadora e seus caprichos. Deus é tão paciente que espera que o homem se converta de seu mau caminho porque não quer que nenhum se perca. Se ele não tivesse paciência todos os homens pereceriam (2 Pe 3.9, Sl 86.15). Jesus Cristo também é um exemplo de paciência. Apesar de todas as dificuldades e sofrimentos que passou aqui na terra, Jesus por amor de nós os enfrentou com paciência. Que notável exemplo de paciência nos deixou Jesus. Ao receber insistente oposição de escribas, fariseus e saduceus, Jesus pacientemente lhes responde e ainda com uma inteligência extraordinária, como, por exemplo, em “daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Lc 20.19 a 26), sobre dar ou não tributos a César. Crucificado entre dois ladrões, escarnecido pelo populacho e pelos príncipes, insultado pelos soldados, ele diz pacientemente:“Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23. 35 a 39). Meu caro irmão leitor, os bebês desconhecem o significado da palavra paciência, mas para cuidar deles ela é necessária. Viver uma vida cristã, caro irmão, também. “Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados pelo seu nome” (Romanos 8.28) é um texto bíblico daqueles que tem duas vertentes. A vertente agradável é a de que todas as coisas que vierem para nós serão sempre boas. A vertente desagradável e que não desejamos é que venham também as dificuldades. Mas, tanto estas como aquelas estão contidas no versículo citado. Até mesmo a provação deve ser tratada com alegria e paciência, pois ela contribui também para o nosso bem. O salmista num momento de dificuldade e sofrimento canta no livro dos Salmos, capítulo 40, versículos 1º e 2º: “ Esperei com paciência no senhor. Ele se inclinou para mim e ouviu os meus gritos”. Meu caro irmão, a paciência tem outras companheiras como a bondade e a benignidade (Rm 2.4), a fé e a esperança (Hb 6.11 a 12) e também o amor (1 Co 13.4). Ora irmão, os sofrimentos desta vida em nada são comparáveis à glória da vida vindoura da qual você participará, glória que se manifestará em nós. Seremos irmãos, livres da morte, das doenças, das tristezas, das dores, dos maus tratos, das traições e da infelicidade. Seus gemidos, seus gritos e suas dores passarão pelo poder glorioso de Jesus Cristo. Somente mantenha os olhos fitos em Jesus, a fé em Deus e os ouvidos atentos aos ensinamentos do Espírito Santo que você vai vencer. Tenho certeza de que o amado irmão apesar não ver com os olhos humanos as glórias do porvir, as espera com paciência. Maranata! Enquanto os bebês são novinhos precisamos ter paciência para atendê-los em suas necessidades. Entretanto, o tempo passa e o bebê cresce. Quando ele estiver maiorzinho será repreendido, e até castigado se for o caso. Sua vida meu caro amigo é como um pequenino bebê aos olhos de Jesus, por mais que você insista em “jogar a chupeta fora”, ou seja, em desprezar o seu evangelho ele te chama com paciência não somente uma dezena vezes, mas milhões de vezes. Enquanto você viver e tiver oportunidade Jesus estará te chamando. Jesus estará sempre lhe dizendo: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo (Ap 3.20)”. Como temos paciência com os bebês por serem preciosos aos nossos olhos, o Divino Mestre também tem a sua vida por preciosa e amorosamente, pacientemente insiste com você. Aceite-o como seu Salvador. QUE FALTA FAZ A JUSTIÇA 24/06/2. 000. Dois momentos expressivos foram mostrados semana passada pela televisão que ficarão na mente dos brasileiros por muito tempo. Um, no domingo, dia 11 de junho e o outro no dia seguinte dia 12 de junho. Duas lentas agonias. Na primeira, o jogador brasileiro de tênis Gustavo Kuerten, o Guga, 23 anos, ídolo esportivo, garoto de classe média, que financia projetos para os necessitados da Apae, após três horas e quarenta e quatro minutos de árdua batalha, de um jogo dificílimo, sagrou-se campeão do importante torneio de Rolando Garros, em Paris. Milhões de brasileiros ligados na televisão assistem a lenta e agradável agonia de Guga, nosso menino de ouro, rumo ao seu maior título, o número um do mundo. Após a vitória de Guga o país explode de alegria e orgulho. Na segunda um jovem, Sandro do Nascimento, o Mancha, garoto que viveu na rua desde os sete anos de idade, que escapara da morte na chacina da Candelária, condenado por furto e assalto, seqüestra um ônibus e mantém dez passageiros como reféns. Após quatro horas e vinte nove minutos, trinta e cinco milhões de brasileiros que assistem agoniados o seqüestro pela televisão respiram aliviados. Um tiro certeiro de um soldado da tropa de operações especiais derruba o seqüestrador, ele aparentemente tomba morto. Após a provável morte do seqüestrador o país explode de emoção e alívio. Podemos mudar de canal e ir assistir coisas mais amenas. A alegria dura pouco, o soldado errou o alvo e o seqüestrador atira na refém Geisa, professora de educação de um projeto para crianças carentes, moradora da favela da Rocinha, que cai morta, saindo o seqüestrador ileso deste evento. Mais tarde ele morre a caminho do hospital. Os dias passam o festejado Guga vem para o Brasil e recusa-se a desfilar num carro do Corpo de Bombeiros pelas ruas de Florianópolis. Uma mulher, que diz ser mãe de Sandro, não tendo recursos para enterrá-lo vagueia pelas ruas do Rio de Janeiro desesperada. Esquentam as discussões sobre a violência urbana. Ponhamos as Forças armadas nas ruas, treinemos melhor os policiais para os conflitos, façamos uma corrente pela paz, recrudesçamos nossas leis, precisamos combater o banditismo, são as sugestões que se ouve por aí. Mas realmente o que está faltando em nosso país? Conversa fiada ouvimos aos montes, propostas para a solução do problema são apresentadas por todos. Então o que realmente falta? Porque não conseguimos diminuir a violência que explode em nosso país? Que explode no mundo também, porque não? Na verdade tudo o que fizermos é paliativo. Amigos falta algo muito especial em todos nós, a justiça. Enquanto não houver justiça teremos muitos Sandros e pouquíssimos Gugas. A verdadeira justiça nos impede chamarmos o avarento de generoso, o mal de bem, o pecado de virtude e de torcermos a verdade em mentiras. Ela impede o pobre de morrer de fome e o rico ostentar o que possui. Ela obriga o homem a distribuir parte de sua renda e acolher o órfão e necessitado. Ela é “a virtude suprema, harmonizadora de todas as demais virtudes”. “Dar a cada um o que é seu”, mas não simplesmente considerando a justiça tratada apenas nos tribunais, mas aquela que produz solidariedade. Não temos coragem nem de sair às ruas que dirá darmos as mãos aos desconhecidos. Temos ainda esperança? Sim, lendo a Bíblia sagrada encontramos ali um Deus que ama a justiça (Salmos 33.5) e é revelado como o Senhor Justiça Nossa, Jeová Tsedikenu (Jeremias 23.6). Um Deus que julga com equidade, não desampara os pobres e intervém para salvar oprimidos. Um Deus que revelou um Rei verdadeiramente justo, que estabelecerá na terra um reino de justiça (Isaías 32.1), Jesus de Nazaré. Qual o efeito da justiça deste Rei? Paz, operação da justiça, repouso e segurança para sempre (Isaías 32.17). Graças a Deus nós temos esta esperança e podemos dizer numa explosão de alegria e contentamento: Maranata! Que quer dizer ora vem Senhor Jesus! O MAIOR PRÊMIO 17/06/2. 000. A televisão mostrou a grande final masculina dos jogos do Torneio de Tênis de Roland Garros em Paris. Gustavo Kuerten, o Guga estava na final. Guga jogara seis difíceis partidas para chegar até ali. Contra alguns adversários a partida fora relativamente fácil. Contra outros, como Kafelnikov, fora dificílima. Kafelnikov obrigou Guga jogar até o quinto set. Porém, num jogo cansativo, em que todos ficamos apreensivos e até desesperados na torcida Guga venceu também o tenista russo. No domingo, após quase quatro horas de luta, num jogo extenuante o nosso Guga sagrou-se campeão de Roland Garros. A vitória do “Manézinho” trouxe uma extraordinária sensação de euforia ao nosso país, a sensação de capacidade de fazer e da possibilidade de vencer. Com o Guga “lavamos a alma”. Era a vitória de um brasileiro em terras distantes, num esporte elitista e sobre jogadores do primeiro mundo. Era a vitória da raça, da determinação e da força de vontade de um povo sofredor, representado por um jovem abençoado, a quem agradecemos o exemplo e o esforço. Guga após a sua merecida vitória tornou-se o tenista número 1 do mundo. Feito inédito para os brasileiros, seus compatriotas. Sofremos torcendo, mas ficamos aliviados, pois o nosso Guga venceu. Entretanto para ser o número 1 Guga fez um esforço descomunal. Como todo o atleta vencedor passa mais tempo fora de casa (300 dias por ano) que no aconchego de seus familiares. Treina duro várias horas por dia. Ultrapassa dores e decepções para atingir a sua meta. Seu prêmio ser o número um. Meu caro amigo você tem consciência de que está no meio de uma árdua competição? Você tem idéia de que nesta competição precisa ser o número 1? Você sabia que ao final dessa competição também há um prêmio a receber? Você acredita que infelizmente nesta competição não há prêmio de consolação? Alguém lhe disse que nessa competição não há prêmio para segundo lugar? Você tem noção de que o prêmio só é dado para o primeiro lugar? Você sabia que todos os competidores ao vencerem recebem o maior prêmio já distribuído na terra? Você sabe de qual competição estamos falando? Você sabe qual o prêmio o vencedor receberá? Meu amigo, Guga recebeu um bom prêmio financeiro por sua vitória, mas nesta competição você lutará para manter a vida, para continuar a viver, depois da morte. O prêmio se você vencer é a coroa incorruptível (1 Co 9.25). O prêmio é a vitória de obter a salvação de sua alma por meio de Jesus Cristo. Ele diz: “Eu sou a ressurreição e a vida: quem crê em mim ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25). Continuar a viver é a meta e aspiração de todo ser humano. Esta pode ser a sua recompensa, a sua vida, e vida eterna. Estamos torcendo por você também. Basta você crer em Jesus Cristo. JESUS CRISTO OFERECE AJUDA 05/05/2.000. Um dia desses, eu vi na praia uma formiguinha tentando escalar um montinho de areia. Ela tentou várias vezes. Tentativas infrutíferas, pois como a areia era muito fina e estava seca, sempre que ela chegava próximo do cume rolava para baixo. Ajudei-a. Misturei um pouco de areia molhada à seca, ela galgou o cume de seu montículo e orgulhosa lá do alto olhava tudo a sua volta. Estaria você passando por grandes dificuldades? Tentando escalar a sua montanha e não consegue? Estaria ficando desesperado (a) e precisando de ajuda? Como a formiguinha continue a lutar, não perca as esperanças, porque Jesus lhe oferece ajuda. Ele diz: vinde a mim você que está cansado e oprimido e Eu o aliviarei. Ele pode oferecer ajuda, porque ele é Deus Forte. Ele oferece ajuda porque quer o seu bem. Jesus lhe estende a mão, segure-a firmemente e pela força do poder de Jesus ultrapasse mais esta montanha. Confie no Senhor Jesus, que Ele atenderá o seu pedido e lhe dará vitória. DIA DAS MÃES 14/05/2.000. Dias das Mães? Para você não. Um vento tempestuoso investiu contra você, contra sua família e sua mãe faleceu. Você não a esquece, porque para você ela era tudo. Você a amou, ama e amará sempre. Você está se sentindo derrotada, um nó na garganta o (a) impede de chorar. Você está em desespero, nenhuma palavra consola e às vezes tem vontade até de morrer. Não há palavras para expressar sua dor, nem seu sofrimento, nem sua angústia. Não se desespeeeere, você fez tudo o que podia para que ela não morresse. Você passou noites sem dormir ao lado dela, gastou o que tinha e o que não tinha, até em lágrimas você gastou tudo. Você lutou, mas não perdeu porque Jesus morreu para que todos tenhamos vida. Ele ressuscitou para que nós nos encontremos com ele, os mortos e os vivos. Estes transformados e aqueles ressuscitados, como diz 1 Ts 4.13-18: “..., e os mortos ressuscitarão primeiro, e nós os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, para o encontro com o Senhor nos ares”. Não chores mais, olhe para Jesus, ele lhe estende os braços e quer pegar você no colo e niná-lo (a), até que essa dor passe. Olhe para Jesus e lembre-se de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos,...Poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor “(Rm 8. 35-39). Lembre-se que o Senhor Jesus enxugará dos seus olhos toda a lágrima, e a morte não existirá, lá não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21.4). Tenha fé em Jesus porque o nosso “Redentor vive e por fim levantar-se-á sobre a terra” e a todos atrairá a si nos ares. O Senhor Jesus quer consolar o coração do (a) amigo (a) que chora a mamãe amada, falecida. Creia que Jesus lhe dará consolo, pois ele é aquele que diz: “Eu, o Senhor, sou aquele que vos consola”. QUEM É ESTE? 21/05/2.000. Um dia eu estava caminhando na praia e ventava muito. Observando os coqueiros notei que a maioria deles cedia à força do vento e vergavam-se para trás. Vergavam e expunham seus frutos quando suas palmas eram jogadas de um lado para o outro. Ficando desprotegidos os seus frutos apareciam por completo. Frutos pequenos e mirrados, mas que estando à frente, enfrentavam os ventos. Parecia que nos coqueiros existia uma força que os fazia não se render completamente à força dos ventos. O vento lutava contra eles, esforçava-se por derrotá-los, mas eles mesmo cedendo, não se davam por vencidos. Quando o vento arrefecia os coqueiros retornavam às suas posições. Caros amigos, os ventos, as tempestades e as tormentas também se levantam contra nós. Eles não escolhem idade, sexo, religião, etnia, condição social, econômica e política. Você foi atingido pelos ventos da intolerância? Ventos da incompreensão? Ventos das desgraças pessoais? Descobriu que seu filho está se drogando? Recebeu a notícia que sua filhinha amada está com câncer e que não há remédio para curá-la? Descobriu que seu marido ou esposa está lhe traindo? Perdeu um ente amado num acidente automobilístico? Está vendo seu filho morrer e nada pode fazer? Perdeu um parente que você amava assassinado? Perdeu seu emprego? Seu filho foi seqüestrado? A depressão está tomando conta de seu ser? Sente sua saúde vulnerável? São os ventos fortes e impetuosos. Às vezes amigos, como coqueiros frágeis, nos vergamos à força dos ventos. Nossos frutos como amor, bondade e resignação outrora grandes, sem as lutas, aparecem agora em meio à tormenta, pequeninos e envergonhados, quando não, apresentamos frutos como o desespero, a angústia, o abatimento e a frustração, a falta de fé e a descrença em tudo. Envergonhados sentimos o sabor da derrota e perdemos toda a esperança no futuro. Entretanto, a força dos ventos da vida, as lutas do dia a dia, as tempestades que se abatem sobre nós e as doenças que querem levar nossos amados à morte não são nada ante o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Sobre Jesus perguntam espantados discípulos com medo de um naufrágio “quem é este que até os ventos e o mar obedecem?” (Lc 8.25). Ele pela força do seu poder acalmou o mar e a tempestade, fazendo-se a bonança e os discípulos continuam a atravessar o mar com segurança. Jesus Cristo é o mesmo. Não mudou. Continua a acalmar as tempestades e a força dos ventos. É aquele que compreende porque você se verga quando os ventos vêm contra você; porque você está quase desistindo de tudo e está sem condições de continuar a lutar; porque você já não tem forças para lutar; e porque você sente-se tão derrotado apesar de ter tudo em suas mãos. Por que Jesus compreende isto? Porque veio a terra como homem e aqui ele passou fome, frio, emoções, alegrias e tristezas, viu seus amigos doentes, sentiu a dor da mãe que perdeu o filho. Jesus tomou todas as nossas enfermidades e a nossa dor levou sobre si. Hoje, no acampamento de Deus o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo diz a você: Eis que eu darei a você forças para vencer os ventos e você poderá continuar a atravessar o mar em segurança. Como os coqueiros, enquanto você estiver vivo, deverá lutar contra os ventos, mas não desista porque você pode contar com a ajuda de Jesus. Entrega teu caminho ao Senhor, confia nele e Ele tudo fará (Sl 37.5). O IMPORTANTE É SER OU TER? 28/05/2.000. Alguém me perguntou quanto eu estava recebendo para escrever as mensagens desta página. Respondi-lhe que esta página é movida única e exclusivamente pelo desejo de levar às pessoas necessitadas Jesus Cristo, o amigo que conforta, consola e dá alegria aos aflitos. Surpreendido com a pergunta, passei a meditar sobre o assunto. Realmente, vivemos num ambiente extremamente materialista, num mundo em que nada é de graça. No dizer de alguém “não há almoço gratuito”. Nossa preocupação é quanto vamos poder ganhar com aquilo que estamos fazendo. Parece ser quase impossível exercemos uma atividade qualquer por puro altruísmo. Tudo o que fazemos traz no seu âmago o desejo de obtermos algum lucro. A sociedade atual só valoriza quem tem. Achamos que é preciso Ter. O Ter tornou-se a única razão do Ser, ser. O Ter nos escraviza. O Ter suga nossas almas. O Ter nos leva às clínicas psiquiátricas. O Ter nos leva às dívidas, aos agiotas e ao desespero. O Ter nos corrói internamente. O Ter nos impede de parar para ouvir entes queridos. O Ter não nos deixa ver o sorriso inocente, confiante e puro de uma criança. O Ter nos impede de descansar, ler um livro, chorar, rir, ir à casa de um amigo e visitar um ascendente internado num hospital. O Ter nos modifica e leva-nos a esquecer princípios elementares de convivência. O Ter nos impede de atender um ferido na rua, de ver à nossa volta pessoas morrendo, de ajudar pessoas tristes, de apoiar amigos angustiados e que estão prestes a explodir. A filosofia do TER nos leva a crer que devem sobreviver apenas os fortes e os demais não importam. Não conseguimos ver as outras pessoas como um Ser igual a nós. Um ser que sente tristeza, vergonha, desejo, apreensão, medo, angústia, aflição, enfim as emoções que todos SERES têem. O outro é tratado apenas como um concorrente, um competidor a ser derrotado, um adversário a ser vencido e se possível destruído. Os excluídos não contam. Eles apenas nos incomodam e com sua penúria nos obrigam a pagar mais impostos. Parece que viemos a esta terra para vencer a qualquer custo. Ninguém quer perder. O importante é vencer. O preço da vitória não importa. O TER nos faz perder a sensibilidade da vida. Que sensibilidade a de Jesus. Que diferença entre o nosso viver e os ensinamentos de Jesus Cristo. Quão difícil é entendermos os ensinamentos do divino mestre. Para Jesus nada tem maior valor que a vida que nos foi dada. Sobre o ajuntar tesouros na terra, Jesus afirma e pergunta a um homem rico: “Louco, esta noite te pedirão a tua alma; o que tens preparado para quem será?" Ou ainda, “não acumuleis para vós outros tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde os ladrões escavam e roubam, mas ajunteis tesouros para vós outros no céu, onde nem a traça e nem a ferrugem corroem e onde os ladrões não escavam, nem roubam, porque onde está o teu tesouro aí está o teu coração” (Mt 6.19-21). A preocupação de Jesus é a vida. Não importa se ele é rico ou pobre, pecador ou justo, ignorante ou sábio. Para Jesus importa o homem e não o estado em que ele se encontra. Do jeito que o homem estiver Jesus se dispõe a ajudá-lo. Sobre a sensibilidade de Jesus com relação ao homem, o profeta Isaías nos diz que ele “não esmagaria a cana quebrada, e nem apagaria a torcida que fumega” (Is 42.3), ou seja, por mais arrebentados emocionalmente que estejamos, por mais errados que formos, por mais sem esperanças que estejamos, Jesus está sempre disposto a nos perdoar e nos acolher. Procuremos seguir os ensinamentos de Jesus porque sobre a ânsia pelo TER o Salvador diz: “a vida é mais que o alimento e o corpo mais que as vestes" (Lc12. 23). Se quisermos ser felizes é preciso buscar muito mais o Ser do que o Ter. O MAIOR AMOR 05/06/2.000. Conviver com um bebê nos leva a aprender muito sobre a vida. Ao nascer ele expressa seu descontentamento com o mundo aos gritos. Para ele chorar só se for muito alto. Seus gritos fortíssimos espantam as enfermeiras. Gritos desesperados de agonia e de desgosto por deixar o ambiente confortável em que estava. Sua pequena, mas agradável kitchenette, como diz uma amiga, muito amada. Tudo o que faz é choramingar, chorar, ou gritar. Ele sente-se desamparado. O tempo passa, porém uma coisa pode-se observar, o bebê continua totalmente dependente. Tudo o que ainda pode fazer é choramingar, chorar e gritar. Para continuar a viver depende das pessoas para tudo. Sentindo dor, chora. Sentindo fome, chora. Sentindo sede, chora. Sentindo frio, chora. Sentindo calor, chora. Tudo o que desagrada o bebê, leva-o a chorar. Há dependência total. A presença da mamãe é a sua única segurança. Sua mamãe, apressada, angustiada e até desesperada, faz de tudo para atender as suas necessidades. O bebê exige de sua querida mamãe uma dedicação exclusiva. Não tem madrugada fria, noite mal dormida, doença que impeça a mamãe de estar sempre disposta a atendê-lo. Só para de reclamar quando encontra os braços aconchegantes da mamãe, onde sem medo recosta-se e sossega seu coraçãozinho. Por participarem ativamente no divino mister de dar vida a um ser, a mamãe ama aquele bebê com todas as suas forças. A mamãe ama tanto e tanto aquela criaturinha frágil que faz tudo o que pode por ele. Sendo preciso dá a sua vida por seu bebê. Não há palavras para expressar o amor de uma mãe por seu filho. Crescemos, mas como os bebês, continuamos frágeis e dependentes. Nossas carências são um pouco diferentes. Viver nos amedronta. O futuro incerto nos apavora. Sentimos falta de segurança para viver. Continuamos a sentir dor, fome, sede. Sentimos que estamos totalmente desamparados. Sem um amigo, sem alguém que nos estenda a mão, sem quem nos compreenda. Parece que este mundo só tem espinhos, tristezas e incertezas. Deus com seu maravilhoso amor também fez de tudo para acabar com o nosso desespero e sofrimentos. Sabendo que neste mundo iríamos nos sentir desamparados, Ele como garantia de seu grande amor enviou seu único filho para numa cruz morrer em meu e no seu lugar. Ele pergunta a um povo pecador: “ pode uma mulher esquecer do filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei de ti” (Is 49.15). Você acredita que uma mãe pode esquecer de seu filho? O Senhor Deus também não se esquece. Ele garante ao dizer que ainda que o amor maternal faltasse numa relação, seu amor nunca faltaria para com a humanidade. Por maior que seja o sentimento de desamparo que hoje esteja lhe acometendo, Deus lhe garante que não há porque temer o futuro, ou as trevas da noite, ou a fome, ou a dor ou quaisquer outras aflições. O grande amor de Deus por nós foi revelado em Jesus. Como a mãe que ampara seu bebê, Jesus nos ama a despeito de tudo. Jesus, o melhor amigo, o amigo de todas as horas vive. Ele veio ao mundo para nos dar salvação, descanso, paz e consolo. E hoje vive à destra de Deus e tem nas suas mãos as marcas dos cravos de uma cruz dolorosa. As marcas dos cravos em suas mãos são uma lembrança constante do grande amor de Jesus por nós. Ao olhar para os sinais dos cravos temos a certeza de que quem tem um amor tão grande não nos desamparará. O QUE VOCÊ ACHA DOS PASTORES NOS DIAS ATUAIS? VOTE NA ENQUETE Vote na minha enquete! |
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